Campeonato Brasileiro

Borré participa das melhores chances, mas Internacional perde na estreia do Brasileirão para o Athletico-PR

Faltou um pouco mais de sorte para Borré marcar

Borré, atacante do Internacional. Foto: Maxi Franzoi/AGIF
Borré, atacante do Internacional. Foto: Maxi Franzoi/AGIF

O Internacional produziu volume ofensivo desde cedo, porém esbarrou em execução irregular, e Borré virou o eixo dessas ações. Logo aos 6, ele atacou o espaço nas costas da zaga, dominou dentro da área e, com leitura rápida, serviu Tabata na medida; a finalização só não virou gol porque Terán bloqueou em cima da linha da bola.

PUBLICIDADE

Além disso, o camisa 19 mostrou repertório ao sair da referência, tabelar curto e pisar na área como elemento surpresa: aos 21, construiu jogada de peito com Tabata, recebeu de volta em condição frontal e finalizou por cima, decisão correta de atacar o rebote da combinação, mas com ajuste fino faltando no último toque.

Portanto, mesmo sem balançar a rede, Borré deu fluidez ao ataque colorado no primeiro tempo. Ele conectou meio e frente, atraiu zagueiros para liberar corredores e ainda participou da chance claríssima nos acréscimos, quando encontrou Bruno Henrique infiltrando; o volante saiu na cara de Santos, que salvou o Athletico com o pé.

PUBLICIDADE

Borré acabou parando em Santos

Contudo, o Inter alternou bons movimentos com precipitação nas conclusões, e isso diluiu o impacto do centroavante: presença, mobilidade e assistências potenciais apareceram, mas a eficácia nas finalizações ao redor dele impediu que o domínio territorial se convertesse em gol.

Na volta do intervalo, o Inter aumentou a agressividade, e Borré continuou como termômetro ofensivo. Logo aos 7, ele aproveitou erro na saída do Athletico, bateu cruzado de média distância e exigiu boa defesa de Santos, mostrando atenção à segunda bola e rapidez para decidir.

Além disso, o colombiano seguiu atacando a última linha com constância: aos 22, recebeu em profundidade, finalizou por cobertura e até balançou a rede, porém o impedimento cortou a jogada, movimento correto de ruptura, tempo de passe no limite. Mesmo quando não finalizou limpo, ocupou zagueiros, abriu espaço para Alan Patrick e Vitinho circularem por dentro e manteve o time empurrando o rival para trás.

PUBLICIDADE

Chance de letra desperdiçada

Contudo, a etapa final também escancarou o problema de conversão. Borré ainda quase marcou aos 44, ao tentar de letra após chute cruzado, mas Santos salvou outra vez; antes disso, desviou involuntariamente a pancada de Alan Patrick que tinha endereço.

Portanto, a atuação dele misturou mobilidade, leitura de espaços e presença constante na área com frustração no detalhe decisivo, impedimentos milimétricos, finalizações bloqueadas e um goleiro em noite inspirada. O Inter produziu para empatar, teve o centroavante participativo do início ao fim, mas a falta de eficiência ao redor das ações de Borré manteve o 1 a 0 até o apito final, mesmo sob pressão e clima quente no encerramento.

PUBLICIDADE

Confira nossas últimas notícias no Google News

LEIA TAMBÉM
Jean Carlos ganha multa de R$ 350 milhões no Fluminense
Mercado da Bola

Jean Carlos ganha multa de R$ 350 milhões no Fluminense

Corinthians ganha Garro e Raniele contra o Bahia
Times

Corinthians ganha Garro e Raniele contra o Bahia

Howe comenta futuro de Bruno Guimarães no Newcastle
Mercado da Bola

Howe comenta futuro de Bruno Guimarães no Newcastle

Flamengo vê cenário mais favorável para contratar Almada
Times

Flamengo vê cenário mais favorável para contratar Almada

Receba as últimas novidades em sua caixa de e-mail

O registro implica a aceitação do Termos e Condições

+18 | Jogue com responsabilidade | Aplicam-se os Termos e Condições | Conteúdo Comercial

Better Collective Logo