Cadu Santoro é sincero e manda a real sobre grupo do Bahia na Libertadores: "Complicado"

O Tricolor irá enfrentar o Nacional-URU, Atlético Nacional- COL e Internacional. Assim, Cadu Santoro falou sobre a dificuldade das equipes

Cadu Santoro, diretor de futebol do Bahia, em apresentação do atacante Kayky (Imagem: Letícia Martins/EC Bahia)
Cadu Santoro, diretor de futebol do Bahia, em apresentação do atacante Kayky (Imagem: Letícia Martins/EC Bahia)

Adversários na Libertadores

O Bahia conheceu seus adversários na fase de grupos da Libertadores nesta segunda-feira (17), após o sorteio realizado no Paraguai. O Tricolor caiu no Grupo F, ao lado de Internacional, Nacional-URU e Atlético Nacional-COL.

A chave é considerada desafiadora, chamada por muitos de “Grupo da morte”, já que todas as equipes possuem histórico de conquistas na competição.

Cadu avalia grupo

Durante o evento, o diretor de futebol do Bahia, Cadu Santoro, comentou sobre a dificuldade do grupo e a preparação do clube para a disputa. O dirigente destacou o nível dos adversários e a tradição das equipes na Libertadores.

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Bastante complicado, três equipes que já ganharam a Copa Libertadores, então, com tradição no torneio. São times acostumados a jogar esse tipo de competição, com experiência em fases decisivas. Mas a gente vem de duas fases que acreditamos que competimos bem, mostrando um bom nível. Temos tempo para terminar a preparação e entrar na fase de grupos no nível mais alto, que é o que queremos”, iniciou.

“A gente está avaliando fase a fase. Primeiro, precisávamos garantir um calendário internacional e conseguimos isso. Depois, passamos do Boston River para chegar à fase de grupos, que já era um objetivo. Agora, vamos analisar bem esses confrontos para ver se conseguimos seguir avançando. Sabemos das dificuldades, mas nossa meta é clara: queremos competir e buscar a classificação”, disse Cadu.

Cadu Santoro, direto do Bahia, em jogo contra o Vitória (Imagem: Letícia Martins/EC Bahia)

Cadu Santoro, direto do Bahia, em jogo contra o Vitória (Imagem: Letícia Martins/EC Bahia)

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Logística pode dificultar

O dirigente ainda chamou atenção para o impacto do calendário na sequência do Bahia na temporada, destacando os desafios logísticos e o nível de exigência da competição.

“No pote quatro da Libertadores, você joga as partidas 1, 3 e 4 em casa e as 5 e 6 fora, o que exige muito do elenco. Não há privilégios nesse sorteio. O jogo 2 e o jogo 4 são contra o time do pote 1, em tese o melhor do grupo, e isso pesa na estratégia da competição. No meio de tudo isso, ainda temos o Campeonato Brasileiro, que também é muito difícil e exige um elenco equilibrado. Teremos que saber administrar bem esses desafios.”, finalizou. O Bahia entra em campo nesta quarta-feira (19), contra o CSA, pela Copa do Nordeste.

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