O volante Tchê Tchê vive um momento de ressurgimento no Vasco após a chegada de Renato Gaúcho. De reserva, o camisa 3 passou a ser um dos titulares de confiança do treinador recém-chegado em São Januário.
Em entrevista à Itatiaia, o volante deu detalhes do quê Renato fez para alterar o ambiente e a mentalidade dos jogadores do Vasco de maneira tão rápida. Com o treinador, o Cruzmaltino soma três vitórias e um empate até então.
“Ele chegou dando muita confiança para a gente. Acreditando no potencial do grupo. Ele sempre fala que precisa de todos. Inicialmente ele trouxe algo que mudou bastante. Ficamos um período sem saber quem viria”, disse Tchê Tchê.
“Ele chegou e teve uma conversa franca e honesta e disse que precisávamos pôr o pé no chão. Acho que é isso que estamos colocando em prática. Time está competindo bastante. Sabemos sofrer e isso é o principal”, revelou ele.
Mudança de estilo
Além disso, Tchê Tchê explicou que o estilo “paizão” de Renato contribui muito no trato com os jogadores, além de não deixar uma “acomodação” do grupo, mesmo com o bom momento da equipe.
“Ele é um estilo mais paizão. Ele foi jogador, sabe que o atleta precisa de carinho. É normal o jogador. O jogador precisa de um pouco de afago, mas a corda tem que estar sempre esticada para não ter aquela acomodação. Não é que não muda nada, mas não temos tempo para imaginar e pensar. Só pensamos coisas”, conta o jogador de 33 anos.
Tchê Tchê vem surpreendendo no Vasco após a chegada de Renato?
Tchê Tchê vem surpreendendo no Vasco após a chegada de Renato?
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Reviravolta no Vasco
Na entrevista, o volante admite uma certa surpresa por entrar no time titular logo na primeira partida de Renato à frente do Vasco. Segundo Tchê Tchê, ele “estava preparado” para esta sequência de partidas no Cruzmaltino.
“Trabalhei bastante para chegar neste momento agora. Me sinto preparado. No início tive jogos no Estadual neste ano, não tinha atuado no Brasileiro. Feliz por esse momento. Esperei bastante, não estava tendo sequência de jogos, mas sempre me preparando. Não fui pego de surpresa, mas não esperava no início do primeiro jogo do Renato já começar entre os 11. Estava preparado para isso“, completa ele.
