A derrota para o Remo por 3 a 1 na Copa do Brasil ainda segue sendo assunto. Um dos pontos mais debatidos foi a ausência dos jogadores do Bahia na zona mista após a partida, atitude que gerou críticas. Na ocasião, Rogério Ceni afirmou que havia orientado os atletas a não conceder entrevistas.
No entanto, o lateral Luciano Juba trouxe uma versão diferente sobre o episódio após o empate contra o Santos, no sábado (25), por 2 a 2, pelo Brasileirão. O jogador indicou que não sabia da orientação para que ninguém falasse com a imprensa após a derrota para o Remo.
“Eu, particularmente, nem sabia que não tinha vindo ninguém na zona mista. É sempre ruim falar num momento como esse, perder uma partida como foi contra o Remo. Todo mundo esperava, inclusive a gente, vencer esse jogo. Infelizmente a gente não ganhou”, afirmou o lateral.
“O torcedor foi lá no CT conversar com a gente, nos cobrou e pode ter certeza que a gente vai se preparar da melhor maneira para que a gente possa, no jogo da volta, dar uma resposta aos torcedores”, acrescentou.
Você concorda com a postura de Ceni de proibir os jogadores de falarem após a derrota para o Remo?
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Situação de Everton Ribeiro também repercute
Outro tema após o empate contra o Santos foi a presença de Everton Ribeiro no banco de reservas. O camisa 10 entrou apenas no segundo tempo da partida. A decisão foi explicada pelo auxiliar técnico de Rogério Ceni, Charles Hembert, que comandou a equipe no jogo, apontando uma questão física como determinante.
“Terceiro jogo em seis dias do Everton, a gente tinha recebido da fisiologia que ele tinha uma fadiga na coxa, estaria liberado para 30, 40 minutos. Preferiu ir pela via mais saudável de não começar com ele. Por isso entrou após o intervalo”, disse.
Ausência de posicionamento gera críticas
A declaração de Luciano Juba evidencia que nem todos os jogadores tinham conhecimento da decisão de não falar com a imprensa após a derrota para o Remo. A ausência de posicionamento público após um resultado considerado negativo gerou críticas e aumentou a insatisfação externa. Em situações como essa, a comunicação com o torcedor se torna ainda mais relevante, mesmo que seja para reconhecer o momento e apresentar uma resposta institucional.
