O Botafogo vem de um empate frustrante no Nilton Santos. No último domingo (12), o Glorioso ficou no 2 a 2 com o Coritiba em partida válida pela 11ª rodada do Campeonato Brasileiro.

Foi o segundo jogo do técnico Franclim Carvalho no comando da equipe alvinegra. No meio de semana, o Glorioso havia empatado, também no Nilton Santos, com o Caracas em 1 a 1 pela Sul-Americana. E pela segunda vez, o zagueiro Ferraresi não entrou em campo.

O venezuelano vinha tendo destaque e era titular com Rodrigo Bellão e, por isso, sua ausência chamou a atenção. Após o empate do último domingo, Carvalho justificou a ausência de Ferraresi dos relacionados apontando o limite de estrangeiros.

Ferraresi merece ser titular do Botafogo?

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Franclim Carvalho explica ausência do zagueiro

“A questão do Ferraresi é só a questão do regulamento, porque eu só posso trazer nove estrangeiros. Tenho 14, tenho que deixar alguém de fora, deixo aí dois defensores. Um jogo em casa, deixo dois defensores fora. Um zagueiro e um lateral, que entrou no último jogo, entrou muito bem, o Mateo (Ponte)entrou muito bem no último jogo”, iniciou o treinador na coletiva, como relatado pelo portal FogãoNET. 

“Foi só a questão do regulamento, não tem nada a ver com o rendimento, porque eu estou satisfeito com o trabalho do Ferra, do Bastos, do Barboza e do Justino, que estava conosco, que tem a vantagem de ser local”, disse. 

Ferraresi jogador do Botafogo durante partida contra o Palmeiras no estadio Arena Allianz Parque pelo campeonato Brasileiro A 2026. Foto: Marcello Zambrana/AGIF

“Também do Ythallo e do Anthony, que estão um pouco atrasados, que têm tido mazelas físicas. Portanto, não tem que ver nada para além da questão regulamentar, só isso”, completou.

Opinião: Botafogo paga o preço de um elenco desequilibrado

O resultado expôs um problema que vai além do desempenho em campo: a montagem desequilibrada do elenco. Embora o limite de nove estrangeiros por jogo seja uma regra clara no Brasileirão, a decisão de acumular até 14 jogadores de fora inevitavelmente força escolhas questionáveis. Deixar um zagueiro em boa fase como Ferraresi fora não é apenas “questão regulamentar”, mas reflexo direto de planejamento.