Na 15ª colocação do Campeonato Brasileiro com 26 pontos conquistados em 23 jogos, o Ceará vive um drama na tabela, já que, por não vencer há cinco rodadas, sendo dois empates e três derrotas, se aproximou da zona de rebaixamento, ficando apenas três pontos à frente do Avaí, que abre o Z-4. Para garantir a permanência na elite, o Vozão contratou Lucho González para comandar a equipe até o final da temporada, o que não agradou toda a torcida alvinegra.
Isso porque o argentino terá sua primeira experiência como técnico à frente do Ceará, o que deixou parte dos torcedores alvinegros desconfiados em meio à luta contra o rebaixamento. Vale lembrar que, antes do anúncio oficial, o Vozão chegou a sondar sete treinadores no mercado, mas acabou sendo recusado por todos: Abel Braga, Ricardo Gomes, Vanderlei Luxemburgo, Odair Hellmann, Sylvinho, Renato Gaúcho e Reinaldo Rueda.
Após críticas da torcida direcionadas ao novo treinador, além sobre a atual gestão, Robinson de Castro, presidente do Ceará, ‘bateu no peito’ ao explicar a contratação de Lucho: “Precisamos de alguém que tenha liderança nata, e o Lucho tem, que conhecesse o futebol brasileiro e tivesse o conteúdo necessário para simplificar as coisas. Fosse pragmático. Precisávamos de uma resposta rápida, mas encontrar o perfil certo. Tenho certeza que fizemos uma boa escolha”, disse o dirigente ao GE.
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Lucho González tirou a licença B da CBF e também finalizou o curso de licença PRO da AFA, a Federação Argentina, além de ter atuado como auxiliar técnico de Alberto Valentim no Athletico-PR, onde foi ídolo, em 2021: “O Lucho, não cheguei a discutir com os atletas, foi uma decisão nossa. Mas dispensa apresentações, quem é da bola conhece. É um cara pronto, tenho certeza que ele vai entregar com a comissão o que vamos precisar para seguir bem no campeonato”, finalizou Castro.
