O Bahia saiu de campo com um novo problema médico após o empate diante do Mirassol. O atacante Ademir deixou o gramado com dores no ombro direito, poucos minutos depois de entrar, gerando preocupação imediata no clube.

Mesmo com pouco tempo em campo, o jogador teve participação direta no gol de empate, mostrando mais uma vez sua importância como opção vinda do banco. Ainda assim, a atuação ficou marcada pelo desconforto físico desde o primeiro lance.

De acordo com informações da transmissão (GE), o camisa 7 acusou o problema logo após ser acionado em profundidade por Kike Olivera. Na jogada, invadiu a área e sofreu pênalti cometido por Victor Luís, sendo decisivo para o resultado mesmo limitado.

Ademir deve ser preservado no próximo jogo do Bahia?

Ademir deve ser preservado no próximo jogo do Bahia?

Sim, evitar agravar a lesão
Depende do diagnóstico médico
Não, é peça importante demais
Só se estiver 100% recuperado

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Impacto imediato e preocupação no departamento médico

Logo após a queda no lance do pênalti, Ademir levou a mão ao ombro direito, indicando dor. Ele chegou a receber atendimento e voltou ao jogo, mas seguiu com limitações visíveis nos movimentos.

Mesmo tentando permanecer em campo, o atacante não conseguiu manter o ritmo. Após uma jogada ofensiva sem sucesso, acabou sendo substituído aos 24 minutos do segundo tempo, sinalizando que o incômodo persistia e preocupava a comissão técnica.

Ademir tecnico do Bahia durante partida contra o Juventude no estadio Alfredo Jaconi pelo campeonato Brasileiro A 2025. Foto: Luiz Erbes/AGIF

A entrada do atacante também provocou mudança tática: com ele em campo, Kike Olivera passou a atuar pelo lado esquerdo, setor onde conseguiu maior produção ofensiva durante a partida.

Opinião: Lesão de Ademir pode afetar estratégia do Bahia

Imagem gerada por inteligência artificial – Gemini

O possível problema físico do camisa 7 liga o alerta não apenas pela lesão em si, mas pelo impacto tático. Ademir tem sido uma arma recorrente saindo do banco, especialmente em jogos mais travados, onde velocidade e profundidade fazem diferença.

Além disso, a situação reforça a necessidade de atenção com a gestão física do elenco, principalmente em atletas que entram em alta intensidade. Em um calendário exigente, perdas pontuais podem comprometer o rendimento coletivo.