O Internacional terá meses decisivos para definir o futuro de parte importante do elenco. Com contratos se aproximando do fim, alguns jogadores já entram no radar de clubes interessados e podem assinar pré-acordos após a pausa para a Copa do Mundo.
Rochet, Mercado e Bruno Henrique estão entre os nomes que exigem atenção imediata da diretoria. Os três têm vínculo até dezembro de 2026 e vivem situações distintas dentro do clube.
Enquanto o goleiro uruguaio desperta interesse do exterior, o zagueiro argentino segue como referência defensiva e o volante voltou a ganhar espaço após um período de forte contestação por parte da torcida.
Qual jogador o Internacional deve priorizar em uma renovação de contrato?
Qual jogador o Internacional deve priorizar em uma renovação de contrato?
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Mercado observa movimentações e Rochet ganha vitrine internacional
A situação mais quente envolve Sergio Rochet. Convocado para defender o Uruguai no Mundial, o goleiro pode aumentar sua valorização no mercado. Segundo o portal argentino TyC Sports, o Boca Juniors acompanha de perto os passos do camisa 1 colorado.
Uma cláusula contratual ainda prevê renovação automática até o fim de 2027 caso ele participe de 60% dos jogos da temporada.
Mercado também entra na reta final de contrato sem definição sobre permanência. O defensor está no Beira-Rio desde 2021 e dificilmente deixará Porto Alegre antes do término do vínculo. Já Bruno Henrique, aos 36 anos, aguarda uma posição do clube após recuperar protagonismo no meio-campo.
Thiago Maia vive situação parecida, enquanto Ronaldo e Richard também podem sair ao término dos atuais acordos. Nos casos de Villagra, Alerrandro, Kayky e Félix Torres, o futuro depende de cláusulas e negociações que serão conduzidas até o fim do ano.
Opinião: Inter corre contra o relógio para não repetir erros
O maior problema não é perder jogadores. O problema é perder tempo. Se o clube deixar as definições para os últimos meses dos contratos, corre o risco de ver atletas valorizados negociando livremente com outras equipes enquanto o Inter assiste sem poder de reação. Em um futebol cada vez mais agressivo no mercado, demora custa caro e o prejuízo costuma aparecer muito depois que a janela fecha.
