Pedro Raul pouco efetivo no ataque do Ceará
No confronto entre Vasco e Ceará neste domingo (14), Pedro Raul teve participação limitada e não conseguiu exercer a influência esperada na ofensiva cearense pelo Brasileirão. Entrando em momentos decisivos do jogo, o centroavante foi chamado a ser referência na área, mas suas finalizações não levaram perigo ao gol de Léo Jardim.
Aos 41 minutos do primeiro tempo, por exemplo, cabeceou caindo para trás, e a bola passou rente à trave, ilustrando a dificuldade do jogador em se conectar com as oportunidades criadas pela equipe.
Além da cabeçada, Pedro Raul teve outra chance aos 43 minutos, quando recebeu a sobra de Mateus Carvalho e arriscou de fora da área, mas o goleiro vascaíno fez a defesa. A falta de acerto nas finalizações refletiu não apenas na ausência de gols, mas também na percepção de que o atacante ainda carece de ritmo de jogo e entrosamento com os companheiros.
A demora para substituir o atleta aos 38 minutos do segundo tempo acabou sendo um ponto de crítica, já que o Ceará precisava de maior mobilidade ofensiva. A entrada de Pedro Henrique no lugar de Pedro Raul trouxe uma movimentação mais incisiva ao ataque do Ceará, com o time tentando pressionar mais o Vasco nos minutos finais.
Atuação coletiva do Ceará
Mesmo com Pedro Raul apagado, o Ceará mostrou evolução ao longo do jogo, equilibrando o duelo e explorando espaços na defesa do Vasco. O gol de Galeano no primeiro tempo, aproveitando o rebote após erro da defesa adversária, evidenciou que outros jogadores conseguiram se sobressair quando o centroavante não conseguia. Além disso, nos acréscimos, Pedro Henrique igualou o placar.
Vasco mantém vantagem na partida
O Vasco conseguiu controlar, mas acabou perdendo a vantagem após o gol de Carlos Cuesta no segundo tempo. A pressão do Ceará, incluindo os momentos em que Pedro Raul atuou, não foi suficiente para sair com os três pontos de São Januário.
Assim, o desempenho de Pedro Raul, ex-Vasco, evidencia a dificuldade do atacante em se destacar em partidas de alta intensidade, especialmente contra defesas bem postadas. A ausência de gols e a falta de criatividade no último terço do campo indicam que o jogador precisa de mais oportunidades e ajustes para se tornar uma peça decisiva.
