“No momento certo”: Técnico do Goiás fala de possível estreia de Ariel e diz que segurou Apodi no banco o quanto pôde em partida

Lateral direito acaba de se recuperar de dengue e fez gol que concedeu a liderança do Goiás no Grupo G da Sul-Americana

Foto: Rosiron Rodrigues/Goiás
Foto: Rosiron Rodrigues/Goiás

Apresentado ao Goiás no fim de março, o meia Ariel, de 24 anos, ainda não teve oportunidade de defender o Verdão em campo, tendo comparecido a alguns jogos no banco. O jogador veio do Campeonato Goiano pelo Anápolis, onde marcou cinco gols em 14 jogos. Em coletiva na quarta (24), pós-vitória do Esmeraldino sobre o Universitário, na Sul-Americana, Emerson Ávila foi questionado sobre isso, levando em conta que poupou diversos jogadores na partida.

“Na verdade, o Ariel foi o atleta que veio pra nós após o Campeonato Goiano. O atleta que nós estamos avaliando o dia a dia. Ele está integrado ao grupo, mais solto hoje do que quando chegou, mais ambientado, mostrando com um pouco mais de liberdade as suas qualidades. Nós temos visto ele, assim como outros atletas, com olhos melhores. A questão da convocação para jogos é um critério sim muito difícil”, inicia a explicação.

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“Às vezes, pra você relacionar 22 no grupo de 30 e poucos não é fácil. Depende muito do momento, do jogo, uma série de fatores. Eu achei que naquele momento, na partida de ontem, não seria adequado para estreia. Acho que, no momento certo, vai ter a oportunidade dele. Falo muito que eles chancelam a vaga na equipe nos treinamentos. Então, eu tô sempre muito atento aos movimentos individuais e coletivos no tempo do trabalho”, relatou.

Foto: Rosiron Rodrigues/Goiás

Foto: Rosiron Rodrigues/Goiás

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Segundo Ávila, o jogo contra o Universitario exigiu três alterações no intervalo para melhorar, pois estava ruim com a formação que fez poupando os jogadores que estavam mais no limite físico. “(Escolhi) jogadores que vinham com ritmo mais acelerado, que já vinham dentro do nosso modelo de jogo, bem ambientado contra situações. Não poderia cometer nenhum erro”, justificou.

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“Segurei o máximo o Apodi, que vinha de uma de uma dengue pesada. Nunca tive, mas quem já teve, fala tanto que os sintomas são terríveis. Ele trouxe no limite. Se eu tivesse colocado 5 minutos antes, nem conseguiria completar o jogo, mas eu sabia que é um atleta que tá muito pronto para atingir o que eu queria ali naquele momento, que era trazer o jogo um pouco mais pro lado pra proteger o setor direito até se soltar. É uma especialidade dele”, concluiu o técnico do Goiás.

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