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Como tudo começou: Goleiros do Athletico Paranaense aproveitam data comemorativa para relembrar suas trajetórias

Para Bento, o primeiro defensor do gol que chamou sua atenção foi Júlio César

Foto: José Tramontin/Athletico-PR
Foto: José Tramontin/Athletico-PR

O Athletico Paranaense tem um elenco e tanto quando se fala de goleiros. E, na data em que se comemora esse cargo, os responsáveis pela defesa do Furacão comentam quais foram as suas inspirações e a trajetória nos campos. Bento, Léo Linck, Mycael e Gabriel Pereira foram formados pela categoria de Base do Clube. Para Bento, por exemplo, o primeiro atleta nessa função que chamou a atenção dele foi o Júlio César.

“Jogava na linha também e me inspirava em outros jogadores, como Ronaldinho Gaúcho e Kaká. Com o passar dos anos, teve o Neuer, que revolucionou a posição. Hoje em dia, quem eu observo mais é o Ter Stegen, do Barcelona, e o Alisson, da nossa Seleção. Comecei a jogar no gol meio por acaso. Já tinha começado a jogar futebol e, na escolinha em que estava, faltou um goleiro. O pessoal do Athletico estava fazendo observação e fui muito bem”, lembra.

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Já Léo Linck, admitiu que era ruim na linha e, por isso, se tornou goleiro: “Sinceramente, eu virei goleiro porque era muito ruim na linha (risos). E tinha meu pai, que era goleiro amador e eu acompanhava ele nos jogos. Vi que era legal. Todo mundo querendo fazer gol e ele evitando. Isso me deu vontade de virar goleiro e fui pegando paixão. Desde os meus sete anos”, comentou.

Foto: José Tramontin/Athletico-PR

Foto: José Tramontin/Athletico-PR

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Mycael chegou ao gol por uma história que vem desde o seu avô: “Ele era goleiro, os filhos dele, irmãos do meu pai, também. Mas nenhum deles virou jogador profissional. Quando comecei a jogar, meu pai queria que eu fosse lateral, até pelo histórico deles, por nenhum deles ter virado jogador. Ele queria que eu fosse para a linha e eu comecei a jogar assim, de lateral. Até o dia em que faltou um goleiro, acabei indo para o gol e peguei amor à posição”, afirmou.

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Gabriel Pereira também acompanhava o trabalho do pai como goleiro profissional. “Desde pequeno eu acompanhava meu pai, Nivaldo, que jogou muito tempo pelo Joinville e outras equipes do Brasil e de fora. Sempre o acompanhei no futebol de campo, no futebol de areia. E aí nasceu essa paixão e a vontade de acompanhar a mesma profissão do pai. Ele sempre me inspirou, me ajudou. Até hoje, quando estou de férias, é ele que me treina, que me ajuda”, revelou o goleiro do Athletico.

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