Flamengo

Bruno Henrique, do Flamengo, vira réu por estelionato e pode ter prisão decretada

Caso condenado, o atacante, seu irmão, cunhada e mais seis pessoas, poderão pegar de um a cinco anos de prisão

Bruno Henrique em campo pelo Flamengo. Foto: Thiago Ribeiro/AGIF
© Thiago Ribeiro/AGIFBruno Henrique em campo pelo Flamengo. Foto: Thiago Ribeiro/AGIF

Complicou o situação de BH!

A Justiça do Distrito Federal acolheu o recurso do Ministério Público e tornou Bruno Henrique, atacante do Flamengo, réu por estelionato, devido ao possível envolvimento com fraudes de apostar esportivas.

Caso seja condenado, BH poderá receber uma pena que caria de um a cinco anos de cadeia. Vale citar que a Justiça do DF já havia tornado o jogador réu por fraude esportiva.

Contudo, havia um pedido do MPDFT que Bruno Henrique e apostadores envolvidos no caso fossem tornados réus também por estelionato, o que foi aprovado nesta quinta-feira (4).

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Além do atacante do Flamengo, viraram réus por estelionato o irmão dele Wander Nunes Pinto Júnior, a cunhada do atleta, Ludymilla Araújo Lima e outras seis pessoas.

Bruno Henrique encerrou seu caso pelo STJD

No começo do mês passado, Bruno Henrique já havia sido julgado pelo Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD), no qual o tribunal decidiu que o atleta terá de pagar multa, sem pegar suspensão dentro de campo.

Desta forma, BH foi multado no valor de R$ 100 mil, que é a multa máxima prevista pelo código. Como essa decisão não cabe recurso, o caso do atacante do Flamengo está encerrado pelo STJD.

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Bruno Henrique, atacante do Mengão. Foto: Ettore Chiereguini/AGIF

Bruno Henrique, atacante do Mengão. Foto: Ettore Chiereguini/AGIF

Relembre o que aconteceu

Bruno Henrique é acusado de receber um cartão em uma partida contra o Santos, pelo Campeonato Brasileiro de 2023. O ato beneficiou o irmão e outros apostadores, que apostaram que o atacante de fato seria advertido no confronto, o que de fato aconteceu.

Desta forma, BH foi advertido duas vezes na partida, a primeira, por agredir um adversário, enquanto o cartão vermelho veio após o apito final, por ofensa ao árbitro que comandava o duelo.

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