Seleção Brasileira

Ancelotti explica decisão de não deixar Estêvão bater pênalti da Seleção Brasileira: "Quis tirar a pressão"

Técnico deu explicação para escolha por Paquetá para bater o segundo pênalti

Estêvão em jogo pela Seleção Brasileira. Foto: Rafael Ribeiro/CBF
© RAFAEL RIBEIRO/CBFEstêvão em jogo pela Seleção Brasileira. Foto: Rafael Ribeiro/CBF

Brasil apenas empatou com a Tunísia

A Seleção Brasileira não teve uma grande atuação contra a Tunísia e apenas empatou por 1 a 1. Com gol marcado por Estêvão, o Brasil até ficou perto de buscar a virada. No entanto, sem sucesso, o último jogo da equipe terminou em um simples empate.

Agora, os brasileiros só irão jogar em 2026. Com seis meses para o início da Copa do Mundo, haverá somente mais dois amistosos. Em preparação para o Mundial o Brasil vai enfrentar a França e a Croácia, ambos em março.

Estêvão não bateu o segundo pênalti

Estêvão foi destaque, recebendo elogios até do técnico adversário. O jovem de 18 anos marcou o único gol brasileiro da partida, de pênalti, ainda no primeiro tempo. Com muita personalidade, o jogador podia até mesmo ter ido para a segunda penalidade, na segunda etapa.

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No entanto, Marquinhos perguntou para o técnico Carlo Ancelotti quem deveria bater. A resposta do italiano foi Lucas Paquetá, que foi para a cobrança e isolou, mandando a bola por cima do gol. Na coletiva após a partida, o treinador foi perguntado sobre o assunto.

Em sua opinião, foi para tentar tirar a pressão em cima de Estêvão: “Paquetá é o cobrador de pênaltis. Quando chegou o segundo pênalti, eu mudei porque pensei que ia tirar um pouco de pressão do Estêvão e o Paquetá geralmente cobra muito bem.”

Técnico Carlo Ancelotti em partida da Seleção Brasileira. Foto: Rafael Ribeiro/CBF

Técnico Carlo Ancelotti em partida da Seleção Brasileira. Foto: Rafael Ribeiro/CBF

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Reação brasileira no jogo

O Brasil não começou a partida bem, cometendo erros e sofrendo na defesa em alguns momentos. O gol da Tunísia veio ainda aos 23 minutos e, só depois, a Seleção Brasileira acordou em campo. Ancelotti reconheceu que o primeiro tempo não foi bom, mas afirma que os brasileiros podiam ter vencido:

“Tivemos um jogo muito mais difícil contra a Tunísia. Tínhamos falado que a Tunísia tem características diferentes, defende com um bloco muito baixo e pela nossa característica, dos jogadores que temos na frente, é mais complicado abrir essas defesas. Começamos o jogo mal, aos poucos reagimos, poderíamos ganhar e no segundo tempo, diante das dificuldades de poucos espaços, fizemos a partida que deveríamos fazer.”

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