O Palmeiras definiu um limite para tentar contratar Danilo e não pretende entrar em um leilão pelo volante do Botafogo. Segundo informações do jornalista Flavio Latif, do UOL, apesar de reconhecer o potencial do jogador e o interesse em reforçar o elenco, a diretoria alviverde nunca cogitou investir mais de 20 milhões de euros (cerca de R$ 118 milhões) pelo meio-campista.
Palmeiras considera pedida do Botafogo fora da realidade
O principal entrave para um acordo é a avaliação feita pelo Botafogo que deseja receber pelo menos 30 milhões de euros (aproximadamente R$ 176 milhões) para liberar Danilo, valores considerados excessivos pela direção palmeirense.
Antes disso, o Palmeiras sinalizou uma proposta de 20 milhões de euros e a inclusão do zagueiro Naves para tentar reduzir o custo da operação, mas o Botafogo informou que não recebeu oferta oficial, embora admita ter sido procurado por outros interessados, como Zenit e Newcastle, e não demonstra pressa para negociar o atleta.
Estratégia do Verdão passa por inclusão de jogador
A estratégia do Verdão é tentar diminuir o investimento financeiro apostou em incluir mais um jogador na negociação. Naves aparece como um dos nomes avaliados, especialmente por estar valorizado após boa temporada em Portugal e já ter despertado interesse do Botafogo anteriormente.
Outro fator que influencia é a posição do próprio Danilo. Conforme o UOL, o volante e seus representantes comunicaram que caso permaneça no futebol brasileiro, a prioridade seria defender o Palmeiras. Com isso, uma eventual transferência para outro concorrente nacional, como o Flamengo, estaria descartada neste momento.
Mercado europeu também influencia negociação
Apesar do desejo do Palmeiras, o Botafogo mantém como prioridade uma venda para o futebol europeu. O clube entende que pode receber propostas mais vantajosas, especialmente após sondagens de equipes do exterior, e pretende negociar apenas pelo valor considerado ideal pela diretoria.
Nos bastidores, o estafe de Danilo também monitora o mercado internacional. Após a Copa do Mundo, a expectativa por uma grande oferta diminuiu, mas a orientação ao jogador continua sendo aguardar um projeto esportivo competitivo antes de aceitar uma eventual transferência para a Europa, fator que mantém o futuro do volante completamente em aberto.




