Se você bateu o olho nos vídeos dos treinos do Bayern de Munique e achou que os caras estavam saindo direto do consultório do otorrino… calma lá, não é surto coletivo nem moda estranha de vestiário.
De acordo com o jornal alemão Bild, a explicação está ligada a um dos pilares do futebol moderno: monitoramento físico em tempo real. Os curativos funcionam como suporte para sensores discretos, capazes de coletar dados fisiológicos dos atletas durante partidas e treinos.
Entre as informações captadas, estão: frequência cardíaca, níveis de esforço e até indicadores ligados ao cansaço e à recuperação. A escolha da região da orelha não é aleatória. Trata-se de um ponto estratégico do corpo para medições mais precisas e menos interferência durante o jogo. Além disso, o local não atrapalha o desempenho e nem o contato físico.
Auxílio para a comissão técnica do Bayern
Esse tipo de tecnologia ajuda a comissão técnica a tomar decisões quase imediatas. Com os dados em mãos, é possível ajustar a intensidade, prevenir lesões e até identificar sinais de queda de rendimento antes que eles fiquem visíveis.
Não por acaso, o clube alemão já vem investindo fortemente em métodos científicos para otimizar desempenho e reduzir problemas físicos no elenco. O que parece apenas um pedaço de esparadrapo é, na prática, uma das tecnologias mais avançadas do clube alemão.

Bayern vem implementando a tecnologia – Foto: Reprodução do X – @FCBayernFocus
Foco na semifinal da Champions League
Em meio às tecnologias e aos preparativos, o Bayern está pronto para o jogo decisivo contra o PSG pela semifinal da Champions League. A bola rola nesta terça-feira (6), às 16h (horário de Brasília), na Arena de Munique.




