Ex-Flamengo, Lucas Paquetá oscila na altitude de La Paz e vê Seleção Brasileira tropeçar contra a Bolívia

A equipe brasileira saiu da partida com uma derrota de 1 x 0.

RJ - RIO DE JANEIRO - 04/09/2025 - ELIMINATORIAS COPA DO MUNDO 2026, BRASIL X CHILE - Lucas Paqueta jogador do Brasil durante partida contra o Chile no estadio Maracana pelo campeonato Eliminatorias Copa Do Mundo 2026. Foto: Thiago Ribeiro/AGIF
© Thiago Ribeiro/AGIFRJ - RIO DE JANEIRO - 04/09/2025 - ELIMINATORIAS COPA DO MUNDO 2026, BRASIL X CHILE - Lucas Paqueta jogador do Brasil durante partida contra o Chile no estadio Maracana pelo campeonato Eliminatorias Copa Do Mundo 2026. Foto: Thiago Ribeiro/AGIF

Movimentos discretos de Paquetá

O ex-Flamengo, Lucas Paquetá, iniciou a partida diante da Bolívia tentando se posicionar entre as linhas, buscando ser a ligação entre meio e ataque. No entanto, a forte marcação local e a dificuldade do Brasil em acelerar o jogo limitaram suas ações. O meia sofreu uma falta logo cedo no campo defensivo, mas esteve longe de ser o protagonista que se espera em jogos de Eliminatórias.

Aos 16 minutos, Paquetá teve sua melhor chance: recebeu de Bruno Guimarães e arriscou de fora da área, mas finalizou mal, desperdiçando uma rara oportunidade em que encontrou espaço para chutar. Essa postura de pouco risco, somada à escassez de finalizações do setor ofensivo, expôs um problema recorrente da Seleção — a dificuldade em transformar posse em perigo real.

Entre faltas e oscilações do Ex-Flamengo

O camisa 8 também se envolveu em lances de excesso de ímpeto. Ainda no primeiro tempo, cometeu duas faltas em sequência, uma delas em Moisés Paniagua, que gerou perigo na bola parada.

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Esse desequilíbrio fez com que sua atuação fosse marcada mais por interrupções do que por jogadas criativas, tirando ritmo da equipe em momentos importantes. Não se pode ignorar o fator La Paz. A 3.600 metros de altitude, Paquetá, assim como todo o setor ofensivo, mostrou dificuldade em manter intensidade.

Sem explosão e com passes previsíveis, o jogador do West Ham acabou sobrecarregado, sem conseguir dar sequência às jogadas em velocidade, algo que normalmente faz parte de sua cartilha.

O que mais chamou atenção foi a ausência de Paquetá no último terço. Com Raphinha, Estêvão e João Pedro entrando no segundo tempo, esperava-se que o meia centralizasse o jogo, mas ele acabou ofuscado. Pouco arriscou, evitou conduções longas e não buscou infiltrações. Para um atleta com capacidade de decidir, a atuação ficou muito abaixo do esperado.

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O contraste da Seleção Brasileira com a Bolívia

Enquanto Paquetá e o restante do time brasileiro desperdiçavam as chances que teve, os bolivianos mostraram objetividade. Miguel Terceros, com participação direta, criou problemas constantes e converteu o pênalti que abriu o placar. Esse contraste deixou ainda mais evidente a necessidade de jogadores da Seleção, como Paquetá, assumirem o protagonismo em momentos de adversidade.

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