Roger Machado aposta em repetição e excesso de riscos e Internacional é eliminado pelo Flamengo

O Flamengo acabou vencendo por 2×0, com gols de Arrascaeta e Pedro

RJ – RIO DE JANEIRO – 13/08/2025 – COPA LIBERTADORES 2025, FLAMENGO X INTERNACIONAL – Roger Machado tecnico do Internacional durante partida contra o Flamengo no estadio Maracana pelo campeonato Copa Libertadores 2025. Foto: Thiago Ribeiro/AGIF
© Thiago Ribeiro/AGIFRJ – RIO DE JANEIRO – 13/08/2025 – COPA LIBERTADORES 2025, FLAMENGO X INTERNACIONAL – Roger Machado tecnico do Internacional durante partida contra o Flamengo no estadio Maracana pelo campeonato Copa Libertadores 2025. Foto: Thiago Ribeiro/AGIF

Internacional x Flamengo

Na noite desta quarta-feira (20), o Internacional voltou a perder para o Flamengo e se despediu da Copa Libertadores. No Beira-Rio, Roger Machado optou por repetir a mesma escalação que já havia sido derrotada no Maracanã, mantendo o time no 4-4-2, com Thiago Maia e Alan Rodríguez responsáveis pela sustentação no meio-campo. A escolha, contudo, passou a impressão de conservadorismo diante da necessidade de reverter a desvantagem.

Com a vantagem de 1 a 0 no agregado, o Flamengo não se apressou. O time de Filipe Luís administrou a posse contra o rival colorado, manteve a tranquilidade e esperou os erros do adversário.

A equipe colorada até conseguiu chegar ao ataque, mas sem organização suficiente para criar chances claras. O Rubro-Negro, mais maduro, mostrou eficiência em esfriar a partida e acelerar nos momentos certos, aproveitando os espaços deixados pelo rival.

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Alterações e risco excessivo

No segundo tempo, Roger Machado mexeu na estrutura. O treinador lançou quatro atacantes ao mesmo tempo, na tentativa de sufocar o Flamengo. A mudança, entretanto, fragilizou ainda mais o meio-campo, permitindo que os cariocas controlassem os contra-ataques. Foi justamente nesse cenário de desequilíbrio que Pedro marcou o gol que ampliou a vantagem e decretou a eliminação colorada.

Vontade sem organização

O Internacional mostrou entrega. A equipe buscou pressionar, teve chances com Rafael Borré, incluindo uma bola na trave, e contou com o apoio da torcida. Mas a insistência em um ataque desorganizado acabou esbarrando na solidez defensiva do Flamengo. O esforço individual não se traduziu em efetividade coletiva, e a diferença de proposta entre os dois times ficou evidente.

A partida escancarou um problema antigo do Internacional: a dificuldade de unir intensidade com clareza tática. Faltou um plano para furar a defesa rubro-negra e, principalmente, para proteger-se das transições rápidas.

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O excesso de atacantes sem sustentação no meio reforçou a sensação de improviso. Para um confronto de Libertadores, contra um adversário experiente, a escolha mostrou-se arriscada e ineficaz.

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