O pênalti anulado no atacante Kevin Viveros, do Athletico-PR, nos minutos finais da derrota para o Palmeiras por 2 a 1 continua gerando assunto. O comentarista de arbitragem, Carlos Eugênio Simon, não vê pênalti no artilheiro do Furacão.

Em sua conta oficial no Instagram, o ex-árbitro gaúcho entende que Viveros puxou o braço do zagueiro Benedetti, do Palmeiras. Por conta desta ação, o pênalti teria sido bem anulado.

“O atacante do Athletico prende o braço do adversário junto ao seu corpo e força a queda. O árbitro marca pênalti, e o VAR interveio corretamente. Ele foi no monitor e retirou a penalidade máxima. Isso não é pênalti“, analisa Simon.

Qual a sua opinião sobre o lance com Viveros contra o Palmeiras?

Qual a sua opinião sobre o lance com Viveros contra o Palmeiras?

Foi pênalti
Não foi pênalti

6 fãs já votaram

Entenda o lance polêmico de Palmeiras x Athletico-PR

Perto do fim da partida, uma bola alçada à área causou a confusão. Viveros e Benedetti se agarraram e caíram no gramado. De imediato, o árbitro Felipe Fernandes de Lima apontou pênalti, mas logo seria chamado à cabine do VAR.

Na conferência do lance, o VAR mostrou uma imagem de Viveros puxando o braço de Benedetti, alterando a marcação original de pênalti. O árbitro cancelou o cartão amarelo dado ao zagueiro do Palmeiras e anulou a infração.

SP – SAO PAULO – 19/04/2026 – BRASILEIRO A 2026, PALMEIRAS X ATHLETICO-PR – Murilo jogador do Palmeiras disputa lance com Viveros jogador do Athletico-PR durante partida no estadio Arena Allianz Parque pelo campeonato Brasileiro A 2026. Foto: Ettore Chiereguini/AGIF

O que disse o VAR?

“Ele [Benedetti] agarra o Viveros e impede um ataque promissor. Cartão amarelo”, começou o árbitro Felipe Fernandes de Lima.

“Eu estou vendo o jogador do Athletico segurando o braço dele. Ele está segurando o braço do defensor e se joga, derrubando ele. Eu vou mostrar na câmera para você ver que o atacante está segurando o braço do defensor e correndo. Ele está puxando e se joga para frente”, respondeu o VAR, comandado por Marco Aurélio Ferreira.