Desde os minutos iniciais, o Corinthians estruturou sua proposta ofensiva a partir da posse de bola e da participação constante de Memphis Depay como principal referência criativa.
Com liberdade para circular pelos dois lados e atuar por dentro, o atacante holandês tornou-se o eixo das ações, aproximando o meio-campo do ataque e buscando combinações rápidas com Yuri Alberto e Breno Bidon. A estratégia visava atrair a marcação do Palmeiras e explorar os espaços entre as linhas adversárias.
Depay escorrega e perde pênalti para o Corinthians
Além da mobilidade em campo aberto, Depay também teve papel determinante nas bolas paradas, sendo responsável por cobranças que levaram perigo à defesa alviverde.
O principal momento veio em um pênalti sofrido pelo Corinthians após escanteio cobrado pelo próprio camisa 10. No entanto, ao executar a cobrança, o atacante escorregou e mandou para fora, desperdiçando a melhor oportunidade de um primeiro tempo em que o Timão teve maior volume e controle territorial.
Depay seguiu participativo no segundo tempo
Na etapa final, o panorama se manteve semelhante, com o Corinthians controlando a posse e intensificando a pressão no campo ofensivo, novamente com Memphis Depay como protagonista.
O camisa 10 participou das principais jogadas, finalizou de média distância e seguiu responsável por escanteios e faltas laterais, criando situações de perigo, como a cabeçada de Gabriel Paulista e as defesas importantes de Carlos Miguel.
Apesar do domínio e das 13 finalizações, a dependência das iniciativas individuais de Depay e o volume de cruzamentos tornaram o ataque previsível. O Palmeiras, por sua vez, apostou nos contra-ataques e foi eficiente ao aproveitar o rebote de Hugo Souza para Flaco López marcar o gol da vitória por 1 a 0. Nos minutos finais, o Corinthians se lançou ao ataque de forma desorganizada, mas não conseguiu transformar a superioridade em resultado.
