Um dos assuntos no Palmeiras nesta quarta-feira (20) é uma atitude tomada por Leila Pereira nos bastidores. Segundo apuração do portal Nosso Palestra, a presidente alviverde apresentou uma queixa-crime por difamação contra um torcedor por conta de pichações feitas no Allianz Parque.

O caso aconteceu em janeiro, após a derrota do Verdão por 4 a 0 para o Novorizontino, ainda pela primeira fase do Paulista. Na ocasião, alguns torcedores picharam os muros da bilheteria do estádio com frases como: “2025 de novo”, “Cadê o planejamento?”, “Abel, acabou a magia?”, “Leila, seu negócio é roubar”, “Time sem vergonha” e “SPAlmeiras”.

Como destacou a apuração, os responsáveis foram detidos, o Verdão registrou boletim de ocorrência e um inquérito policial foi instaurado. Imagens de câmeras de segurança foram usadas como prova dos acontecimentos.

Você concorda com a decisão de Leila?

Você concorda com a decisão de Leila?

Sim, ela foi desrespeitada
Não, achei que ela foi rigorosa
Tenho minhas dúvidas

21 fãs já votaram

Leila Pereira aciona a Justiça contra torcedor do Palmeiras

Ainda segundo o Nosso Palestra, a queixa-crime foi apresentada contra Murylo Mikael Santos, identificado como responsável pela pichação com a frase “Leila, seu negócio é roubar”. O torcedor teria confirmado a autoria da frase.

A defesa de Leila entende que a pichação atingiu sua reputação. No documento citado pela reportagem, a presidente afirma que o torcedor “imputou fato gravemente ofensivo à reputação” e também “teceu grave ofensa”.

Leila Pereira presidente do Palmeiras durante partida contra o Mirassol no estadio Arena Allianz Parque pelo campeonato Brasileiro A 2026. Foto: Marco Miatelo/AGIF

A queixa pede condenação por difamação, com base no artigo 139 do Código Penal Brasileiro, além de majorantes (causas de aumento) previstas no artigo 141. O caso agora passa a correr na esfera judicial comum.

Opinião: caso abre precedente jurídico 

A cobrança da torcida faz parte do futebol, ainda mais depois de uma derrota pesada como aquela sofrida para o Novorizontino. No entanto, uma acusação pessoal em forma de pichação pode abrir outro tipo de precedente jurídico. Nesse caso, Leila optou por levar o episódio à Justiça.