Nesta quarta (1), o Inter viveu um dia conturbado, já que a manhã começou com o cancelamento de um treino, já que os jogadores realizaram um protesto devido ao atraso no pagamento dos direitos de imagem, que podem representar até 40% do salário dos atletas. Segundo o GE, algumas pendências podem chegar até três meses. Entretanto, surgiram boatos que apontavam Taison como “líder de uma rebelião” no Colorado.

Por conta disso, o meia fez um desabafo nas suas redes sociais explicando o ocorrido, dizendo que não estava encabeçando um motim interno, mas sim se posicionado, junto a seus companheiros, através de uma ação por conta dos atrasos. Solidários a Taison, os demais jogadores do Inter se uniram para explicar a ‘treta’ interna, confirmando que o protesto foi feito em ação conjunta e com a ciência da diretoria colorada.

Em post divulgado nas redes sociais, jogadores do Colorado justificaram o cancelamento do treino da manhã, que acabou sendo remarcado para o período da tarde: “Após alguns meses com valores em atraso, vínhamos conversando com o clube, sem vazar nenhuma informação, preservando a imagem da instituição e buscando solucionar de forma interna o problema. Hoje, em comum acordo, foi cancelado o treino da manhã para que a direção propusesse alguma solução concreta e definitiva”, diz parte da nota.

No início da tarde, direção e atletas do Inter chegaram a um acordo e dois meses de direitos de imagem pendentes foram regularizados: “Ressaltamos que essa decisão foi tomada em comum acordo entre grupo de atletas e diretoria, não havendo um boicote ou greve, mas sim um acordo entre todos. Importante também salientar que, por parte do grupo de atletas, a atitude foi aceita de forma unânime, não havendo um líder. Pensamos de forma coletiva, assim como sempre fomos”, termina a nota.