Na manhã desta quarta-feira (29), o assunto no Vasco é a situação de Marino Hinestroza. Contratado por R$ 30 milhões no começo do ano, o colombiano de 23 anos chegou à São Januário com status após brilhar no Atlético Nacional na temporada anterior.
Acontece que, desde que foi contratado, Hinestroza nunca conseguiu repetir aquele desempenho e isso tem gerado críticas do torcedor. O colombiano disputou um total de 13 partidas com a camisa do Gigante, mas ainda não fez gol ou deu assistência.
Para piorar a situação, o atacante não caiu nas graças do técnico Renato Gaúcho. Como ressalta a reportagem do GE, Hinestroza perdeu prestígio na comissão e foi para o fim da fila. Ele não entra em campo há três jogos, ficando de fora das partidas contra São Paulo, Paysandu e Corinthians.
Hinestroza merece mais oportunidades no Vasco ou a perda de espaço é justa?
Hinestroza merece mais oportunidades no Vasco ou a perda de espaço é justa?
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Dificuldade na adaptação pesa e complica cenário no Vasco
O colombiano tem sofrido para se adaptar ao futebol brasileiro. Além disso, a alta expectativa sobre o seu futebol tem gerado ansiedade no jogador, que muitas vezes toma decisões precipitadas dentro de campo, o que aumenta a quantidade de erros.
Segundo a publicação, diferentes setores do futebol do Vasco avaliam que Marino se mostrou ansioso para mostrar sua habilidade sempre com poucos toques na bola. No entanto, o problema iria além disso.
Há o entendimento de que, nos bastidores, a chegada do atleta à Colina foi mal gerida. Isso porque Hinestroza se mostrou fora de forma física depois das férias, mas foi escalado logo de cara por Fernando Diniz sem as condições ideais. A saída de Rayan, craque do time, também foi um ‘baque’ para o colombiano, que ganhou o peso de substituir a joia vascaína.
Opinião: Hinestroza virou vítima de expectativa e má gestão
Acreditamos que a contratação de Hinestroza parece menos um erro técnico e mais um caso clássico de expectativa inflada somada a planejamento falho. Afinal, o colombiano chegou sem estar pronto, pressionado pelo valor da contratação e nunca encontrou contexto para render, o que hoje cobra seu preço dentro e fora de campo.
