O Fluminense definiu uma estratégia para “reduzir” os efeitos da altitude de 3600m de La Paz, local do confronto contra o Bolívar nesta quinta-feira (30), às 19h (de Brasília), pela 3ª rodada do Grupo C da Copa Libertadores.

O clube carioca decidiu chegar à capital boliviana apenas na data da partida. A delegação já está na Bolívia desde a última quarta-feira (29), mas permanece na cidade de Santa Cruz de La Sierra, a 400m de altitude.

O planejamento do Fluminense visa subir à altitude próximo do horário do jogo, como uma maneira de impedir o chamado “mal agudo da montanha”, segundo informação do portal ge. Esta iniciativa busca evitar os danos da altitude extrema.

O Fluminense acerta em subir à altitude perto da hora do jogo?

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Isto é, os jogadores estariam “menos expostos” à altitude, evitando sintomas comuns de quem não está habituado com tal ambiente, como dor de cabeça intensa, náusea e ânsia de vômito. Estes sinais são agravados entre 24 e 72 horas de exposição após a chegada em La Paz.

Falta de oxigênio?

Além disso, existe o problema da falta de oxigênio, que afeta diretamente a recuperação biológica no sono. Por isso, a ideia de repousar em uma cidade ao nível do mar (ou em altitude menor) para, assim, estarem mais descansados.

Estudos indicam que as primeiras seis horas são vistas como “menos prejudiciais” para pessoas que não estão habituadas com cidades de altitude elevada. Esta estratégia não chega a ser uma novidade: o Flamengo adotou o mesmo planejamento quando enfrentou o Bolívar.

Opinião da redação do Antenados

É uma tentativa bastante válida, a do Fluminense. Diante de um calendário apertado e de grande desgaste físico, reduzir ao máximo os efeitos da altitude é o mais ideal. Especialmente por um motivo: o Fluminense precisa (muito!) da vitória na Libertadores para deixar a lanterna do Grupo C e sonhar com o mata-mata.