Erick sai em defesa de Rogério Ceni

Em plena Fonte Nova, no último sábado (9), o Bahia perdeu para o Cruzeiro, de virada, por 2 a 1, pelo Campeonato Brasileiro. Com isso, o torcedor do Esquadrão perdeu a paciência com o time, especialmente com Rogério Ceni, que foi fortemente criticado e teve sua saída pedida por boa parte da torcida.

Ainda na zona mista após a partida, Erick foi questionado sobre as críticas a Rogério Ceni e apontou que, no futebol brasileiro, tudo acaba caindo na conta do treinador. No entanto, o meia deixou claro que o comandante não é o único responsável pela situação atual do Bahia.

“No atual cenário do futebol brasileiro, tudo o que acontece de ruim tende a cair nas costas do treinador. Nós, como atletas, também temos que assumir nossa responsabilidade. Ainda não estamos jogando o futebol que apresentamos no ano passado em algumas partidas”, iniciou.

A demissão de Rogério Ceni é o melhor caminho para o Bahia?

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A gente tem oscilado muito e acredito que não seja só culpa do treinador, tem culpa dos atletas também. Precisamos melhorar. É hora de fortalecer, não apontar o dedo, e nos unir cada vez mais para buscar resultados positivos”, completou.

Problemas nos bastidores?

O jogador aproveitou para negar qualquer boato de que existem problemas internos dentro do clube e afirmou que o Esquadrão tem um bom elenco, que trabalha muito nos bastidores.

Rogério Ceni durante confronto contra o Vasco no Campeonato Brasileiro de 2026.

“Eu afirmo aqui que não tem nenhum problema interno. Nosso grupo é muito bom, os treinamentos no dia a dia são muito intensos, muito fortes, e todo mundo se respeita. Acho que, como grupo, staff e atletas, a gente precisa se fortalecer e trabalhar cada vez mais. Não é momento de dar desculpas. Nada do que eu disser aqui vai conseguir amenizar a dor e a revolta do torcedor, nem a nossa”, garantiu.

Opinião: Situação complicada do Bahia

O momento do Esquadrão realmente é muito ruim e, por isso, Rogério Ceni está mais pressionado do que nunca. O treinador nunca correu tanto risco de demissão como agora. Apesar de o Grupo City manter a posição de que confia no técnico, uma eliminação na Copa do Brasil e uma queda na tabela do Campeonato Brasileiro podem definir a saída do comandante.