O Cruzeiro vem passando por um momento mágico na temporada, liderando com folga o Campeonato Brasileiro da Série B e mostrando aos torcedores que está pronto para voltar ao grupo de elite em 2023. A equipe comandada por Pezzolano vem colecionando bons resultados e pode, enfim, atingir seu principal objetivo das últimas temporadas, que é o acesso.

Desde que Ronaldo assumiu o cargo, muitas mudanças ocorreram, todas visando exclusivamente ajudar diretamente na busca pela primeira divisão. De início, algumas foram bem questionadas pelos torcedores, como por exemplo a saída de Fábio, que se tornou um dos maiores símbolos da história da Raposa, beirando 1000 jogos e empilhando taças, sendo titular absoluto em diversos anos seguidos.

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Ao falar especificamente sobre o adeus “polêmico” do goleiro, Gomes, que é ídolo na Toca e jogava na mesma posição, foi bem sincero: “Cara, acho que o sentimento meu foi o de todo torcedor cruzeirense. No início, (pensei): ‘Poxa vida, o que estão fazendo com o Fábio?’. Mas, se a gente analisar um contexto do todo, e principalmente quando o Ronaldo entrou, vimos que o buraco era mais fundo. Alguma coisa precisaria ser feita”, iniciou, completando:

“A aceitação foi muito rápida, porque a gente viu: ‘Talvez esse seja o caminho’. O Fábio está muito bem empregado hoje. Está muito bem no Fluminense. (…) O Fábio significa muito para o torcedor, para o clube, mas, neste momento, o clube é mais importante. A saúde do clube é mais importante. Naquele momento, o Cruzeiro estava respirando por aparelhos”, completou o ex-jogador, em entrevista ao portal “Superesportes“, para o quadro “Por Onde Anda?”.