Em entrevista coletiva com o meio-campo recém-chegado ao Goiás, Guilherme Marques, que tem passagens por Portugal, Polônia, Turquia e China, o jogador falou dos desafios na disputa contra o primeiro adversário do Esmeraldino, no jogo do Brasileirão da Série A. O Verdão da Serrinha enfrenta o Athletico Paranaense neste sábado (15), às 18h30, na Arena da Baixada, em Curitiba, ou seja, no solo do rival, algo que, para o craque, torna a competição mais difícil.
“É um adversário difícil. A gente sabe da força que o Athletico tem jogando em sua casa. É um gramado diferente daquele que a gente tá acostumado, que é o sintético, campo um pouco mais rápido. Mas a gente tem feito uma excelente semana de trabalho, que é atípica no Brasil. (…) a semana toda pra trabalhar, e já tá trabalhando em cima dele, das deficiências. Então, acredito que tem tudo pra fazer um excelente jogo e um resultado positivo”, garante.
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Sobre como poderia contribuir com a equipe em termos de suas qualidades, Guilherme citou algumas possibilidades. “Acho que posso agregar muito do meio pra frente, gosto de sair em transição e condução. (…) meu diferencial que pode agregar muito é no jogo também sem bola, agressivo, com muita disponibilidade. É óbvio que Brasileiro é muito disputado e ninguém faz nada sozinho, mas acredito que (…) tem tudo pra fazer um excelente ano”, disse.
Mesmo estando fora há 16 anos e não tendo experiência nos gramados com time nacional, o meio-campo se disse habituado com calendário apertado, já que passou por situação parecida quando atuava na Polônia, como citou na coletiva. Além disso, o atleta está confiante quanto à recuperação dele e do elenco graças à estrutura do Goiás, ao qual ele rendeu elogios, e o que considerou como melhora do espaçamento dos jogos devido às datas FIFA, segundo ele.
“Realmente, é um calendário muito apertado, mas esse ano acho que vai melhorar alguma coisa por conta das datas FIFA. (…) Tendo esse tempo aí pra recuperar e conseguir treinar, porque o tempo de treino é muito apertado. Mas, quando tive na Polônia, jogava a cada dois, três dias, e em competições europeias. (…) Acredito também que, com a estrutura que o Goiás fornece de recuperação, fisiologia – fiquei até surpreso – (…) tem tudo pra recuperar e conseguir desempenhar um bom futebol a cada dois, três dias”, finalizou.
