O Botafogo venceu a Chapecoense por 1 a 0 na última terça-feira (21) no Estádio Nilton Santos, em compromisso válido pela ida da quinta fase da Copa do Brasil. Alex Telles deu números finais ao jogo já nos acréscimos.

Após a partida, o técnico Franclim Carvalho deu seu parecer sobre a vitória, a terceira seguida do Glorioso sob o comando do português. Ao ressaltar que o clube deve lidar com saídas na próxima janela, o treinador alvinegro aproveitou para falar sobre Álvaro Montoro.

O argentino de apenas 19 anos foi titular diante da Chape e foi o grande destaque da partida. Para Carvalho, Montoro tem tudo para ser um ‘jogador de elite’ — o treinador ainda revelou um pedido especial ao meia: jogar ‘para frente’, mais adiantado e próximo do gol.

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Franclim Carvalho e o pedido para Montoro

“Acho que ele (Montoro) tem condições para vir a ser um jogador de elite. Ainda não é. Tem muita margem. Acho que temos que dar mérito à diretoria de ter conseguido contratar um jogador deste nível. E acho que o Montoro hoje fez uma coisa que eu lhe andava a pedir, que é jogar para a frente, disse Franclim Carvalho, como relatado pelo FogãoNET.

“O Montoro não pode querer só receber a bola e jogar para trás. Porque ele tem muito conforto com a bola e não tem medo de assumir o jogo, apesar de ter feito 19 aninhos há uma semana. Tem muito conforto com a bola, não tem medo, mas eu quero que ele jogue para a frente, completou o técnico do Botafogo.

Montoro jogador do Botafogo durante partida contra o Chapecoense no estadio Engenhao pelo campeonato Copa Do Brasil 2026. Foto: Thiago Ribeiro/AGIF

Na atual temporada, Montoro participou de um total de 20 partidas. O argentino soma apenas um gol em 2026, marcado diante do Volta Redonda ainda no Campeonato Carioca. Ele também contribuiu com três assistências no ano.

Opinião: mesmo jovem, argentino ganha status de protagonista no Botafogo

A leitura de Franclim sobre Montoro parece correta: talento e personalidade ele já demonstrou, mas o salto de nível passa por assumir mais riscos no terço final. O pedido do técnico faz sentido — jogar “para frente” não é só estilo, é impacto direto em jogos grandes. Se conseguir transformar controle em objetividade, ele assume um protagonismo ainda maior no Alvinegro.