O Fluminense tem sofrido bastante com a ausência de Matheus Martinelli. Cria de Xerém, o volante de 24 anos se recupera de um edema na coxa sofrido no jogo contra o Operário-PR na Copa do Brasil.
A boa notícia para o Tricolor é que, diferente da projeção inicial, o camisa 8 pode voltar aos gramados antes da pausa para a Copa do Mundo. Existe a expectativa que Martinelli possa retornar no dia 19, no duelo decisivo contra o Bolívar pela Libertadores.
No entanto, o desempenho do Time de Guerreiros sem o meio-campista é de fato preocupante. Desde a lesão de Martinelli, o Fluminense disputou quatro partidas, venceu uma, empatou outra e perdeu duas.
A ausência de Martinelli explica a queda de desempenho do Fluminense?
A ausência de Martinelli explica a queda de desempenho do Fluminense?
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Desempenho do Tricolor sem Martinelli
Sem Martinelli, o Fluminense conseguiu vencer a Chapecoense, lanterna do Campeonato Brasileiro, de forma sofrida no Maracanã com gol no fim de John Kennedy, 2 a 1. Apesar da vitória, as deficiências da equipe ficaram muito evidentes.
Na altitude contra o Bolívar na Libertadores, o Flu sofreu sem o camisa 8 e foi superado por 2 a 0. O mesmo placar se repetiu na derrota para o Inter em Porto Alegre pelo Brasileirão — contra o Rivadavia na Argentina, pela competição continental, mais um desempenho sofrível, com o empate conquistado no fim com mais um gol salvador de John Kennedy.
Neste recorte sem Martinelli, os comandados de Zubeldía têm saldo negativo — três gols marcados e seis gols sofridos. A ausência do volante prejudica tanto na parte defensiva quanto na criação.
Até porque o cria de Xerém se notabilizou por sua ótima condução com a bola e passe refinado. Na defesa, ajuda a dar sustentação, e sua ausência tem deixado o time com muitas dificuldades para pensar o jogo.
Opinião: Martinelli virou peça indispensável no Fluminense
Acreditamos que a ausência de Martinelli escancarou um problema estrutural no Fluminense de Zubeldía. Sem o volante, o time perde equilíbrio, intensidade na marcação e qualidade para sair jogando, ficando mais previsível e vulnerável. O recorte recente mostra que ele não é apenas mais um jogador do elenco, mas uma peça essencial para o funcionamento coletivo do Tricolor.
