Nesta quarta (7), Andrés Sanchez marcou presença no congresso Brasil Futebol Expo 2022, em São Paulo, ao lado de Thiago Scuro, CEO do Red Bull Bragantino, Julio Casares, presidente do São Paulo, e Andrés Rueda, presidente do Santos. Ao palestrar no evento, o ex-mandatário do Corinthians fez questão de criticar algo que faz parte da cultura do futebol no país ao longo das gerações: as demissões em massa dos treinadores brasileiros.

Ao reforçar o seu argumento, Andrés relembrou quando, mesmo muito pressionado, fez questão de garantir a permanência de Tite no Corinthians após a eliminação para o Tolima na Conmebol Libertadores de 2011, ainda na fase prévia da competição, e aproveitou para levantar um questionamento em relação à paciência dada aos treinadores estrangeiros.

“Eu segurei o Tite porque ele estava há 6 jogos. Tinha culpa de nada. Segundo, não tinha dinheiro para pagar a multa. E terceiro, em algum momento tem que ser contra tudo e todos. Se desse errado estava apanhando até hoje”, afirmou.

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Via: Rádio 365

Em seguida, completou: “O que dão oportunidade para treinador estrangeiro com paciência só porque tem uma Uefa… e aqui o treinador vai ganhar e vai perder. Não tem como ganhar todo ano. Hoje tem torcedor de estádio e de rede social. De rede social é terrível. Você acha que o Lisca é pior que o Guardiola? Que o Guardiola é pior que o Mano, que o Muricy? Hoje, treinador é tudo igual. A diferença é gestão de pessoa”, finalizou o ex-presidente do Corinthians.