O Fluminense saiu derrotado no clássico diante do Flamengo, neste domingo (12), no Maracanã, pela 11ª rodada do Campeonato Brasileiro, e viu o resultado ser definido mesmo com reação na etapa final. O gol marcado por Savarino nos minutos finais deu sobrevida à equipe, mas não foi suficiente para evitar o revés.

Após a partida, o meia-atacante analisou o desempenho do time e apontou diferenças claras entre os dois tempos do confronto. Segundo ele, a equipe encontrou dificuldades principalmente quando não conseguiu controlar a posse de bola.

“No primeiro tempo, a gente não pegou muito na bola e o nosso time tem essa característica: Quando não temos a bola, sofremos muito. No segundo tempo tivemos mais a bola e chances de empatar o jogo. Se quisermos brigar em cima, temos que continuar lutando e ganhar os jogos que temos pela frente”, disse ao Premiere.

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Reação tardia não evita derrota e liga alerta no Fluminense

O gol tricolor surgiu já na reta final do jogo, em um lance de oportunismo de Savarino. Após erro na saída de bola do adversário, a jogada acabou favorecendo o meia, que aproveitou a desorganização defensiva para balançar as redes e recolocar o time na partida.

Mesmo com o impacto do gol, o Fluminense tentou pressionar nos minutos finais, avançando suas linhas em busca do empate. Ainda assim, a equipe encontrou dificuldades para transformar a posse em oportunidades claras, o que limitou a reação.

Savarino jogador do Fluminense comemora seu gol durante partida contra o Flamengo no estadio Maracana pelo campeonato Brasileiro A 2026. Foto: Thiago Ribeiro/AGIF

As informações sobre a análise do jogador e os bastidores da partida foram divulgadas pelo Premiere, que acompanhou as entrevistas pós-jogo no estádio.

Opinião: Fluminense expõe fragilidade sem a bola e precisa de ajustes

A declaração de Savarino evidencia um problema estrutural do time: a dependência da posse para se manter competitivo. Quando não consegue controlar o jogo, o Fluminense perde intensidade e passa a sofrer mais defensivamente, algo preocupante em confrontos de alto nível.

Além disso, a reação tardia mostra que há capacidade de resposta, mas ainda falta consistência ao longo dos 90 minutos. Se quiser disputar posições mais altas na tabela, o time precisará equilibrar melhor suas fases do jogo e reduzir oscilações dentro das partidas.