O Vasco reagiu diante do Flamengo no Maracanã e foi buscar o empate em 2 a 2 após sair perdendo por 2 a 0 no último domingo (3), em partida que valeu pela 14ª rodada do Campeonato Brasileiro. Os gols vascaínos foram marcados por Robert Renan e Hugo Moura.
No pós-jogo, o técnico Renato Gaúcho valorizou a reação cruzmaltina em um clássico difícil. As mudanças do treinador foram cruciais para o time buscar o empate em um jogo que o Gigante da Colina não merecia perder.
Inclusive, a escalação inicial do Vasco se mostrou ineficaz diante de um adversário forte que disputa o título. Algumas escolhas inciais de Renato não foram as melhores e a reação no segundo tempo prova isso.
Renato Gaúcho deveria repetir a escalação do segundo tempo no próximo jogo do Vasco?
Renato Gaúcho deveria repetir a escalação do segundo tempo no próximo jogo do Vasco?
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Mudança de cenário e as escolhas de Renato
O Vasco começou com mudanças no ataque — com Rojas na armação, Puma Rodríguez começou como ponta pela direita, fazendo uma dobra na lateral-direita com Paulo Henrique. Mais à frente, Brenner começou aberto na esquerda e David na referência, mas a dupla trocou de posição ao longo do primeiro tempo.
No entanto, Brenner não foi bem no clássico e cometeu muitos erros. David também não teve uma boa atuação e Pumita improvisado pouco levou perigo à defesa do Flamengo. Contudo, o Vasco ainda assim finalizava e criava algumas chances.
As mudanças que vieram no segundo tempo mudaram totalmente o cenário a favor do Gigante. Renato mexeu em todo o ataque — o técnico promoveu as entradas de Nuno Moreira (mais uma vez, destaque em clássico), Adson, Andrés e Spinelli. Mas a entrada de Hugo Moura como fator surpresa acabou garantindo o empate no Maracanã.
Opinião: empate tem gosto de vitória, mas Vasco poderia ter de fato vencido
A pergunta que fica é: por que não começar com essa escalação? Apesar do questionamento ficar no campo da possibilidade, iniciar o jogo com esse time que jogou o segundo tempo poderia facilitar a vida do Vasco e, quem sabe, encerrar o longo jejum de vitórias contra o rival.
