O Fluminense recebeu uma notícia preocupante logo após o Fla-Flu disputado no último domingo. O meia Lucho Acosta teve confirmada uma lesão no joelho esquerdo e já está fora dos próximos compromissos da equipe. Além disso, exames realizados na manhã desta segunda-feira (13), em um hospital na Barra da Tijuca, apontaram um problema no ligamento colateral medial. Dessa forma, o diagnóstico fechou em lesão de grau 2, com tempo estimado de recuperação entre três e quatro semanas.

Contudo, a contusão aconteceu ainda nos primeiros minutos do clássico contra o Flamengo. Em uma jogada casual, Acosta sofreu uma pancada no rosto, perdeu momentaneamente a consciência e caiu de forma desajeitada no gramado.Assim, o impacto da queda acabou forçando o joelho para dentro, o que provocou a lesão ligamentar. Como consequência, o jogador precisou ser substituído rapidamente, aumentando a preocupação da comissão técnica ainda durante a partida.

Por outro lado, o departamento médico do Fluminense optou por um tratamento conservador. Ou seja, não haverá necessidade de cirurgia neste momento, o que reduz riscos maiores e mantém a expectativa de retorno dentro de um mês.Ainda assim, o clube seguirá monitorando a evolução do atleta ao longo das próximas semanas. Nesse sentido, qualquer avanço ou intercorrência pode alterar o prazo inicialmente previsto.

A ausência de Acosta vai prejudicar o Fluminense nas próximas semanas?

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Sem Acosta, o técnico Zubeldía terá que reorganizar o setor ofensivo. A tendência é que Ganso assuma a titularidade, oferecendo mais controle e construção de jogo. Entretanto, outra alternativa considerada é a entrada de Savarino, que daria mais mobilidade e agressividade ao ataque. Assim, a escolha dependerá do perfil de jogo desejado para cada confronto.

Além do aspecto tático, a ausência de Acosta pesa também pelos números apresentados até aqui. O argentino é o líder do Fluminense em participações diretas em gols no Campeonato Brasileiro. São três gols marcados e três assistências, desempenho que o coloca como peça central no funcionamento ofensivo da equipe. Portanto, sua ausência representa uma perda significativa no momento atual da temporada.

Curiosamente, a lesão sofrida por Acosta é semelhante à que atingiu o volante Alexsander em 2023. Na ocasião, o tempo de recuperação também seguiu um protocolo conservador. Dessa maneira, o histórico recente pode servir como parâmetro para o departamento médico tricolor, tanto no controle de carga quanto na evolução do retorno aos gramados.

Fluminense busca substituto ideal

Por fim, o Fluminense precisará lidar com essa ausência em uma sequência importante de jogos. A equipe entra em um período decisivo e terá que encontrar soluções rápidas para manter o nível competitivo. Assim, a expectativa gira em torno da resposta do elenco e das escolhas da comissão técnica, que agora terá a missão de compensar a ausência de um dos principais nomes do time.