Primeiramente, o desempenho de Lucas no clássico Corinthians x São Paulo, na Neo Química Arena, gerou repercussão negativa entre torcedores do Tricolor do Morumbis. Apagado, o camisa 7 foi um dos principais alvos de críticas. Dessa forma, a atuação reforçou a sensação de queda de rendimento em jogos grandes, especialmente quando comparada ao nível apresentado em temporadas anteriores.
“Sdd daquele careca Lucas Moura que jogou muito no São Paulo. Não vejo ele desde 2023.”
“Lucas é o pior jogador do São Paulo em campo. Não pega na bola.”
“Lucas está anos-luz de ser aquele jogador decisivo, que apareceu na Copa do Brasil de 2023. A mudança de rumo do São Paulo passa pela saída de nomes que hoje jogam mais pelo histórico do que pelo rendimento.”
“Eu amo o Lucas, mas ele não tem mais condições de ser titular do São Paulo. Muito mal.”
Atuação de Lucas em Corinthians x São Paulo
Lucas Moura teve um primeiro tempo abaixo do impacto que normalmente se espera de um jogador decisivo em clássicos. Embora tenha se movimentado bastante e tentado oferecer opções entrelinhas, encontrou muita dificuldade para escapar da marcação do Corinthians e raramente conseguiu levar vantagem individual. Em diversas jogadas, abusou de lançamentos longos sem precisão e acabou desperdiçando posses importantes. Isso interrompeu ataques promissores do São Paulo justamente nos momentos em que o time precisava reter mais a bola.
Além disso, o camisa 7 teve participação limitada no último terço do campo. Não finalizou, pouco conseguiu infiltrar na área adversária e mostrou certo incômodo físico em um lance logo no início, o que pareceu afetar sua explosão ao longo da etapa. Contudo, mesmo ajudando taticamente e participando de forma indireta na construção do gol, Lucas deixou o primeiro tempo com uma atuação mais apagada, marcada pela baixa efetividade ofensiva e pela dificuldade em assumir o protagonismo individual quando o jogo exigia.
Etapa final aumentou a queda de rendimento
No segundo tempo, Lucas Moura seguiu sem conseguir mudar o panorama de sua atuação e permaneceu com influência bastante reduzida no clássico. Mesmo com mais espaços em alguns momentos, o camisa 7 pouco apareceu para receber entre linhas e acelerar as transições do São Paulo.
Nesse sentido, sua participação ofensiva se resumiu a ações pontuais, sem gerar finalizações ou chances claras, e o excesso de faltas cometidas no meio-campo evidenciou mais dificuldade para acompanhar o ritmo do jogo do que imposição técnica. O drible aplicado em Raniele foi um raro lampejo individual, insuficiente para alterar a leitura geral de um desempenho apagado.
A saída aos 29 minutos do segundo tempo escancarou a avaliação da comissão técnica sobre sua produção em campo. Substituído por Ferreira, Lucas deixou o gramado sem conseguir assumir protagonismo em nenhum momento da partida, confirmando a queda de rendimento já vista na etapa inicial.
Por fim, o São Paulo ganhou mais agressividade e profundidade com a mudança, o que reforçou a percepção negativa sobre a atuação do camisa 7 no clássico. Assim, o jogo na Neo Química Arena terminou como mais um capítulo de questionamentos em torno da condição atual de Lucas Moura, que voltou a ser alvo de críticas pela baixa efetividade e dificuldade em decidir jogos grandes.
