O assunto no Grêmio nestasegunda-feira (25) é a reformulação do elenco comandada pela diretoria chefiada pelo presidente Odorico Roman. Segundo informação da Agência RTI Esporte, o Tricolor deve desembolsar cerca de R$ 49 milhões em acordos de rescisão com jogadores que estavam fora dos planos.
A lista de saídas envolve nomes como Edenilson, Tiago Volpi, Jemerson, Lucas Esteves, Felipe Carballo, Gustavo Cuéllar, Lucas Mila e Franco Cristaldo. A movimentação faz parte de um processo de redução de custos no departamento de futebol.
Inclusive, o Imortal deve desembolsar R$ 15 milhões só com a rescisão de Cuéllar, que não abriu mão de nenhum valor. Em contrapartida, Rodrigo Ely também deixou o Tricolor, mas rescindiu sem custos para o clube. Internamente, a avaliação é que manter todos esses contratos até o fim geraria um impacto financeiro ainda maior.
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Grêmio busca reduzir folha salarial com reformulação
Pelos cálculos da direção, a manutenção desses atletas poderia gerar um custo aproximado de R$ 95 milhões, considerando salários, encargos e direitos de imagem. Com as rescisões negociadas, o clube projeta uma economia de cerca de R$ 46 milhões, apesar do gasto inicial.
Internamente, o Grêmio tenta adequar o orçamento do futebol à atual realidade financeira. Alguns atletas tinham vencimentos elevados e já não ocupavam posição central no planejamento esportivo para a sequência da temporada.
Franco Cristaldo e Gustavo Cuéllar aparecem entre os casos de maior peso financeiro na operação. Ao mesmo tempo, o clube busca montar um elenco mais enxuto, com menor custo mensal e espaço para investimentos pontuais em posições consideradas carentes.
Opinião: direção toma decisão dura, mas necessária
A reformulação do Grêmio tem impacto imediato, mas parece seguir uma lógica financeira clara. O gasto de R$ 49 milhões em rescisões chama atenção, porém manter jogadores caros e fora dos planos poderia ser ainda pior. Agora, o desafio é transformar essa economia em um elenco mais competitivo, sem repetir erros anteriores.
