Na manhã desta segunda-feira (13), uma situação envolvendo Estêvão, cria da base do Palmeiras, chamou a atenção na Inglaterra. O brasileiro de 18 anos teve uma atuação bastante apagada na derrota do Chelsea por 3 a 0 diante do Manchester City no último domingo (12) pela Premier League.
Estêvão foi escalado como titular pelo técnico Liam Rosenior, dos Blues. No entanto, o ex-Palmeiras teve pouco impacto em uma partida bem ruim do time londrino. Contudo, apesar de algumas críticas, o brasileiro acabou sendo ‘poupado’ por grande parte da torcida do Chelsea.
Muitos torcedores ingleses ‘culparam’ o treinador do Chelsea, isentando Estêvão de críticas. Apesar do status de estrela jovem, fãs londrinos ainda não o consideram ‘pronto’ para um jogo desse tamanho, algo que costuma vir com o tempo e adaptação.
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“Não há absolutamente nada de errado com Estevão. Se ele está sentindo a pressão, é por causa dos torcedores do Chelsea/mídia e das expectativas impossíveis que eles criaram para o garoto ao forçá-lo a participar de conversas para as quais ele claramente não está pronto”, disse um torcedor do Chelsea no X, antigo Twitter, como republicado pelo portal Lance!.
“Já vi o suficiente. Estevão ainda não está pronto […] Não vamos a lugar nenhum com Rosenior como treinador […] Precisamos contratar jogadores experientes e bons. Chega de projetos de garotos se queremos competir”, postou outro blue.
“Foi terrível, mas ainda assim Estêvão foi nosso melhor jogador no jogo de hoje, mostra o quão mal essa equipe está no momento”, esbravejou mais um. “Amo o Estêvão, mas nossa, ele tá mal hoje, tá tão mal sob o Rosenior como um todo”, postou outro, também no X.
Opinião: Estêvão vira símbolo de um problema maior no Chelsea
A atuação apagada de Estêvão diz menos sobre seu talento e mais sobre o contexto em que ele está vivendo no Chelsea. Cobrar protagonismo imediato de um jogador de apenas 18 anos, recém-chegado ao futebol europeu, é ignorar o processo natural de adaptação. Ao isentá-lo e direcionar críticas ao treinador, a torcida entende que o problema não é a promessa brasileira, mas sim um projeto esportivo que ‘pula’ etapas de desenvolvimento.
