O Bahia está pronto para enfrentar o Athletico-PR nesta terça (12), às 20h30, fora de casa, pelo jogo de volta das oitavas de final da Copa do Brasil. Como perdeu por 2 a 1, na Fonte Nova, na primeira partida, o Esquadrão precisa de um triunfo para buscar a classificação à próxima fase do torneio. Fora de campo, os jogadores do país se uniram para protestar contra o Projeto de Lei 1153/2019, que foi aprovado na semana passada na Câmara dos Deputados.
O PL promove mudanças na Lei Pelé, cuja principal crítica dos atletas se refere à redução e parcelamento do valor que os jogadores recebem em caso de rescisão contratual. Hoje em dia, a quantia equivale aos salários até o fim do vínculo, sendo que o Projeto de Lei pode reduzir esse valor pela metade. Com isso em mente, Danilo Fernandes usou a coletiva desta segunda (11) no Bahia para ser o ‘porta-voz’ contra as alterações.
O goleiro do Esquadrão reforçou que os jogadores do país estão em sintonia, e esperam que o texto seja modificado no Senado: “Não só os atletas do Bahia. Os atletas do Brasil inteiro estão engajados neste protesto, porque temos os nossos direitos. Não estamos cobrando nada mais do que merecemos. Não é de hoje que tentam tirar nossos benefícios como um empregado normal, onde todo mundo tem o seu direito, com a gente não é diferente”, começou Danilo Fernandes.
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O Projeto de Lei 1153/2019 é defendido pelos clubes, que alegam que as mudanças na Lei Pelé “torna mais simples a legislação trabalhista”: “Mais de 85% dos atletas ganham até mil reais. Para a gente ver que o futebol tem uma realidade muito diferente do que todos imaginam. A gente está cansado de falar nisso. Então nós temos direitos, sim, vamos em busca do que é nosso. Assim como todo trabalhador tem seus direitos e tem que ir em busca disso”, finalizou Danilo Fernandes.
