Lionel Messi começou a Copa do Mundo de 2026 mostrando que continua decisivo. Após o encerramento da primeira rodada da fase de grupos, a Fifa divulgou seu novo Power Ranking e colocou o craque argentino no topo da lista dos melhores jogadores ofensivos do torneio. O levantamento leva em conta dados de desempenho coletados durante as partidas.
O camisa 10 da Argentina aparece à frente do neozelandês Elijah Just e de Kylian Mbappé, que completam o pódio da classificação ofensiva divulgada pela entidade máxima do futebol.
O Brasil também apareceu nas outras listas, mas longe das primeiras posições. Luiz Henrique foi o brasileiro mais bem colocado no ranking de criatividade, ocupando apenas o 67º lugar, enquanto Douglas Santos apareceu em 61º entre os defensores.
Messi merece liderar o ranking ofensivo da Fifa após a primeira rodada da Copa?
Messi merece liderar o ranking ofensivo da Fifa após a primeira rodada da Copa?
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Brasil marca presença entre os melhores
A Seleção Brasileira teve apenas um representante entre os dez primeiros colocados da categoria ataque. Vinicius Junior apareceu na nona posição do ranking, mantendo o Brasil entre os destaques individuais da competição mesmo após o empate na estreia contra Marrocos.
A presença de Vini Jr. evita que a lista seja dominada apenas por europeus e reforça a expectativa sobre o papel do atacante nas próximas partidas do Mundial.
Como funciona o novo Power Ranking
A Fifa dividiu a avaliação dos atletas em três grupos principais: ataque, criatividade e defesa. Cada jogador de linha recebe notas de 0 a 10 em cada fundamento, enquanto os goleiros são avaliados nos quesitos posse de bola e desempenho defensivo.
Além da liderança de Messi no ataque, o iraniano Ramin Rezaeian ficou em primeiro lugar na categoria criatividade com nota 8,23. Já o canadense Derek Cornelius liderou o ranking defensivo ao alcançar 7,28 pontos.
O recado da primeira rodada
Embora o ranking ainda esteja longe de definir quem será o melhor jogador da Copa, ele escancara uma realidade inicial: Messi segue produzindo números de elite mesmo aos 39 anos, enquanto o Brasil ainda procura protagonistas capazes de dominar as estatísticas do torneio. Se Vinicius Junior quiser transformar a Seleção em candidata real ao título, precisará subir rapidamente nessa lista e contar com a ajuda de toda uma equipe entrosada para esta missão.
