De acordo com informações apuradas pelo jornalista Bruno Andrade, da ESPN Brasil, entre as três opções de Carlo Ancelotti para o ataque da Seleção Brasileira, Endrick é considerado o ‘último da fila’.

Segundo a fonte, neste momento, Igor Thiago e Matheus Cunha estão à frente do camisa 17. Inclusive, mudanças para o confronto contra o Haiti pode acontecer, mas o atacante de 19 anos deve começar novamente no banco.

Caso o italiano opte de fato por realizar modificações no time titular, Matheus Cunha deve entrar na vaga de Igor Thiago. Diante deste cenário, o jovem ficaria novamente na expectativa de receber uma chance no segundo tempo.

Igor Thiago durante partida contra o Panamá no Maracanã. Foto: Thiago Ribeiro/AGIF.

Motivos para Endrick no ‘final da fila’

Segundo apuração do UOL Esporte, a falta de disciplina tática é o motivo da cautela de Ancelotti com o atacante na equipe. O atleta é visto como um jogador com potencial e que pode jogar ainda nesta Copa, mas a falta de obediência tática em algumas funções é vista um empecilho.

O comandante espera que Endrick fique mais adiantado exerça uma marcação pressão forte na saída de bola adversário. Embora tenha capacidade para isso, o jogador tem como característica voltar para buscar a bola em posições mais recuadas.

Além disso, ele possui características de improviso e tomada das próprias decisões. Quando recebe correções, nem sempre assimila rapidamente. Apesar disso, a comissão técnica não encara esses fatores como um problema. Para Ancelotti e seus demais membros, essas etapas são naturais para um jovem atleta com potencial de crescimento.

Quem deveria ser o centroavante titular do Brasil na Copa?

Quem deveria ser o centroavante titular do Brasil na Copa?

Endrick
Igor Thiago
Matheus Cunha
Outro

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Opinião: Ancelotti precisa dar oportunidades ao atacante

Apesar de não agradar taticamente, Endrick é um jogador que, sempre quando foi acionado, tem ajudado a seleção, seja mudando o jogo e entregando gols e assistências. Uma chance para o jovem ‘provar seu valor’ nesta Copa pode ser um diferencial no Brasil, principalmente pensando na provável fase mata-mata.