A situação do zagueiro Éder Militão preocupa muito os torcedores da Seleção Brasileira para a Copa do Mundo, já que o jogador sofreu uma lesão muscular no bíceps femoral da coxa esquerda. A princípio, a expectativa era de que ele retornasse antes do início da competição, mas uma nova informação mudou o cenário.
A condição física do defensor se agravou e passou a gerar incertezas sobre sua presença no torneio. Segundo informações da Rádio COPE, confirmadas pelo jornalista Fabrizio Romano, Militão tem grandes chances de ficar de fora da Copa do Mundo.
O motivo é a reabertura da cicatriz de uma lesão anterior no bíceps femoral da perna esquerda, sofrida em dezembro contra o Celta. O novo problema físico levanta a possibilidade de uma intervenção cirúrgica.
Caso isso se confirme, o tempo de recuperação será ampliado. Diante desse cenário, a tendência é que o zagueiro não tenha condições de disputar a Copa do Mundo. No entanto, ainda não há uma confirmação oficial sobre a situação.
Estêvão também pode ficar de fora
Outro nome que também preocupa para a Copa do Mundo é o atacante Estêvão, do Chelsea. O jogador sofreu uma lesão muscular de grau 4 na coxa direita durante confronto contra o Manchester United. Os exames apontaram uma ruptura quase completa do músculo posterior da coxa, quadro considerado grave. Para esse tipo de lesão, o tempo mínimo de recuperação gira em torno de três meses.
Qual dessas possíveis baixas será a mais sentida pelo Brasil na Copa do Mundo?
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O clube inglês chegou a indicar a necessidade de cirurgia, o que praticamente inviabilizaria a presença do atleta no Mundial. Apesar disso, o estafe do jogador avalia um tratamento sem intervenção cirúrgica, possivelmente realizado no Brasil, na tentativa de reduzir o prazo de recuperação e manter chances de convocação.
Ausência seria impacto importante na Seleção
A possível ausência de Militão representa uma perda relevante para a Seleção Brasileira, considerando a importância do jogador no sistema defensivo. A indefinição sobre sua recuperação aumenta a preocupação em relação à montagem da equipe para a competição, especialmente pela necessidade de reposição em uma posição considerada estratégica.
