O Vasco começou a se mexer nos bastidores e tem interesse em jogadores que atuam na Premier League. Além de tentar repatriar o volante Douglas Luiz, atualmente no Nottingham, o clube também monitora Deivid Washington, atacante que pertence ao Chelsea, da Inglaterra.

O interesse ganha peso por conta de um fator determinante: Fernando Diniz procura um novo camisa 9 para reorganizar o setor ofensivo. Portanto, a diretoria busca alternativas que combinem potencial técnico, mobilidade e margem de evolução, características vistas no jovem atacante.

A necessidade se intensificou principalmente depois da saída de Pablo Vegetti para o Cerro Porteño, que deixou um espaço evidente no comando de ataque. Contudo, o Vasco entende que não basta repor o elenco: é necessário encontrar um jogador com perfil compatível com o estilo que Diniz pretende implementar.

Cria do Santos se transferiu para o Chelsea em 2023

Revelado pelo Santos, Deivid Washington virou uma das principais promessas da base santista e foi negociado em 2023 com o futebol europeu por cifras consideráveis. O Chelsea, na ocasião, pagou € 15 milhões fixos (cerca de R$ 79 a R$ 81 milhões), com bônus que poderiam elevar o valor total da operação.

Além disso, o jogador chega ao radar vascaíno com um ponto importante a favor: ele disputou o último Campeonato Brasileiro pelo Santos, o que facilita a adaptação a uma possível volta ao país. Dessa forma, o clube considera que o atleta já possui familiaridade com o ritmo da competição.

Contratação delicada

Entretanto, apesar de ainda estar ligado ao Chelsea, o Vasco acompanha a situação e estuda cenários para avançar caso o negócio se torne viável. Enquanto isso, Diniz segue pressionando por um reforço para o setor ofensivo, e Deivid Washington aparece como um dos alvos monitorados.

Por fim, o cenário ainda depende de conversas e da definição do modelo de negócio, já que a negociação envolve um atleta jovem, valorizado e ligado a um clube europeu. Mesmo assim, o Vasco considera que a chegada de Deivid Washington poderia representar não só a reposição da vaga deixada por Vegetti, mas também para dar alternativas dentro do projeto comandado por Fernando Diniz.