O Internacional conseguiu respirar nos bastidores após resolver uma pendência importante. Isso porque, ao receber um valor do César Vallejo, do Peru, o clube quitou a dívida com o Krasnodar e encerrou o transfer ban imposto pela Fifa. Portanto, o Colorado voltou a ter liberdade no mercado, embora ainda enfrente limitações financeiras para grandes investimentos.
Contudo, em meio à busca por reforços, um tema antigo voltou a ganhar força entre os torcedores: a venda do atacante David ao Vasco. Emprestado em 2024, o jogador atingiu metas previstas em contrato e acabou sendo adquirido em definitivo pelo clube carioca, mas o pagamento segue pendente.
Além disso, o acordo original previa o pagamento de 2,6 milhões de euros, cerca de R$ 15,7 milhões na cotação da época. Entretanto, após negociação entre as partes, o valor caiu para 2 milhões de euros (aproximadamente R$ 12 milhões). Ainda assim, mesmo com a redução para facilitar o acerto, o dinheiro não chegou aos cofres do Inter.
Expectativa do Internacional é antecipar recebimento
Posteriormente, a situação se complicou ainda mais. O Vasco ingressou com um pedido de recuperação judicial, que foi aceito pela Justiça. Dessa forma, o clube carioca passou a ter um prazo maior para reorganizar suas finanças, o que impactou diretamente o recebimento do Internacional.
Diante desse contexto, uma atualização trouxe mais clareza sobre o caso. Segundo informações recentes, o Vasco terá até 10 anos para quitar suas dívidas. Ou seja, isso inclui tanto pendências trabalhistas quanto valores de transferências, como o acordo envolvendo David.
Portanto, o prazo máximo para o pagamento ao Internacional vai até 2036. No entanto, existe uma organização interna de prioridades, e a dívida com o clube gaúcho deve ficar em uma posição intermediária. Com isso, a projeção mais otimista indica que o valor pode começar a ser pago em 2026 e ser totalmente quitado até 2030, de forma parcelada.
Opinião do Antenados do Futebol
Diante desse cenário, fica evidente que o Internacional fez um movimento arriscado ao aceitar flexibilizar valores e condições na negociação. Contudo, a recuperação judicial do Vasco transformou o acordo em uma incerteza de longo prazo. Portanto, mesmo com a previsão de recebimento antes de 2036, o caso expõe como decisões financeiras podem impactar diretamente o planejamento esportivo do clube.
