Bahia entre os clubes com maior valorização de atletas
A evolução técnica e o impacto dentro de campo seguem refletindo diretamente nos números fora dele. Em 2025, um levantamento atualizado do mercado nacional mostrou que o Bahia ganhou protagonismo ao colocar três jogadores entre os nomes mais valorizados do país. Erick Pulga, Luciano Juba e Ramos Mingo registraram crescimento expressivo e, somados, ultrapassaram a marca de R$ 150 milhões em valorização.
O estudo considera a performance ao longo da temporada e aponta uma tendência clara no futebol brasileiro: jogadores jovens em ascensão dominam o cenário econômico. Nesse recorte, o Bahia aparece lado a lado com clubes tradicionalmente mais midiáticos, reforçando a eficiência do seu planejamento esportivo e de captação.
Ranking nacional evidencia nova geração em alta
No topo da lista aparece Kaio Jorge, atualmente no Cruzeiro. O atacante terminou o ano como artilheiro da Série A e teve um salto impressionante no mercado, com crescimento próximo de 400%, chegando a um valor estimado em R$ 143,7 milhões. Logo atrás surgem Vitor Roque, do Palmeiras, e Rayan, do Vasco, ambos com aumento semelhante, na casa dos R$ 98 milhões.
O recorte etário chama atenção. A maioria dos atletas listados tem menos de 25 anos, o que reforça o perfil de investimento e retorno observado no futebol brasileiro recente. Luciano Juba, aos 26, foge ligeiramente desse padrão, sendo o único acima da faixa predominante a figurar entre os 20 primeiros.
Além disso, o levantamento mostra equilíbrio entre os clubes. Palmeiras, Bahia e Corinthians aparecem com três representantes cada, enquanto 12 equipes diferentes marcam presença no ranking, evidenciando uma distribuição mais ampla de talentos valorizados.
Opinião da redação do Antenados no Futebol
O crescimento de mercado do Bahia não é casual. Os números refletem organização, leitura correta de potencial e aproveitamento esportivo. Em um cenário onde jovens se tornaram ativos estratégicos, o clube conseguiu transformar desempenho em valorização concreta, algo fundamental para sustentabilidade financeira e competitividade no médio prazo.
