O Fluminense foi superado por 2 a 1 pelo Independiente Rivadavia, na noite da última quarta-feira (15), no Maracanã, em duelo válido pela segunda rodada da Copa Libertadores da América. Após o resultado negativo, Guilherme Arana falou na zona mista à Netflu e minimizou qualquer impacto do adiamento do confronto contra o Flamengo na preparação da equipe.
“Acredito que não influenciou, tivemos tempo para trabalhar normalmente, acho que é uma coisa que já passou, não tem como voltarmos atrás. A torcida tem toda razão, está chateada né, o torcedor quer ver o seu time vencer, principalmente na Libertadores. Eles estão com razão, temos que passar essa fase o mais rápido possível, estamos há 4 jogos sem vencer e temos que reverter este cenário.”, disse o lateral do Tricolor.
Autor do gol que abriu o placar, Guilherme Arana foi um dos destaques da equipe e correspondeu à mudança promovida por Luis Zubeldía na lateral esquerda. Até então, Renê vinha sendo o nome mais utilizado entre os titulares, mas ele aproveitou a oportunidade para mostrar força na disputa pela posição e ganhar ainda mais moral com a comissão técnica.
Fábio reconhece exibição ruim e concorda com vaias
Após a derrota por 2 a 1 para o Independiente Rivadavia, o goleiro Fábio reconheceu a má atuação do Fluminense e não fugiu das críticas. O experiente arqueiro admitiu que a equipe esteve abaixo do nível apresentado recentemente e afirmou que os torcedores têm razão nas vaias e protestos no Maracanã.
Fábio ainda destacou que o time até iniciou bem a partida, mas não conseguiu manter a consistência ao longo do jogo, o que facilitou a reação dos argentinos. Na avaliação do camisa 1, o adversário foi mais eficiente e mereceu a vitória, enquanto o Tricolor precisa assumir os erros e buscar uma resposta imediata na sequência da temporada.
Quem foi é o culpado pela derrota e pelo momento ruim?
Quem foi é o culpado pela derrota e pelo momento ruim?
4 fãs já votaram
Opinião: Fluminense teve oportunidades desperdiçadas para matar o jogo
A derrota do Fluminense passa diretamente pela incapacidade de transformar volume em resultado, especialmente após sair na frente do placar. A equipe criou oportunidades suficientes para controlar o jogo, mas falhou na hora de definir, permitindo que o adversário crescesse e mudasse o rumo da partida no Maracanã.
Em competições como a Libertadores, esse tipo de desperdício costuma ser fatal, e o Tricolor pagou caro pela falta de eficiência. Mais do que desempenho, o momento exige maior poder de decisão nas duas áreas, algo que separa times competitivos de equipes realmente prontas para brigar por títulos.
