A Copa do Mundo ganhou mais uma história ‘daquelas’. Enquanto milhares de torcedores sonham em assistir ao torneio ao menos uma vez na vida, a equatoriana María del Jesús Pinargote, de 66 anos, esteve em sete edições do Mundial graças a um prêmio conquistado há quase três décadas.
Em 1998, María venceu um sorteio da Coca-Cola e garantiu uma recompensa única: viajar para todas as Copas do Mundo pelo resto da vida. A torcedora se tornou uma personagem especial do torneio ao longo dos anos. Desde a Copa da França, há quase 30 anos, María acompanhou a competição de perto e transformou o prêmio em uma tradição familiar.
María é ‘desfalque’ do Equador na Copa do Mundo de 2026
O benefício também permitia que ela viajasse sempre acompanhada. Ao longo dos anos, María compartilhou a experiência com o marido, uma prima e a cunhada Mercedes. Seu esposo esteve presente em três Copas do Mundo antes de falecer, tornando o prêmio uma coleção de memórias familiares espalhadas por diferentes países e continentes.
No entanto, a sequência foi interrompida justamente em 2026. Por questões médicas, a equatoriana optou por não realizar a viagem desta vez. Mesmo com todas as despesas garantidas pelo prêmio vitalício, María permaneceu no Equador acompanhando o torneio à distância, encerrando uma série que durava desde 1998.
Seu esposo esteve presente em três Mundiais antes de falecer, tornando o prêmio não apenas uma curiosidade esportiva, mas também uma coleção de memórias familiares espalhadas por estádios de diferentes continentes. Segundo informações divulgadas pela Coca Cola, apenas ela e um vencedor peruano conquistaram o prêmio vitalício na América Latina.
O Efeito Copa
María conquistou algo que pouquíssimos fãs de futebol no planeta podem dizer que viveram. A curiosa história voltou a explodir nas redes sociais após ser resgatada por veículos internacionais e por torcedores impressionados com a premiação.
Poucos eventos no planeta são capazes de produzir histórias tão especiais quanto a Copa do Mundo. Personagens anônimos acabam conquistando seu espaço e chamando atenção de milhões de pessoas. María Pinargote não marcou gols nem levantou troféus, mas virou uma figura conhecida justamente por representar o sonho de viver o Mundial repetidamente, sem nunca precisar disputar um ingresso.
