Na 3ª colocação da Série B do Brasileiro com 21 pontos, o Vasco segue se preparando para enfrentar o Cruzeiro no próximo domingo (12), às 16h, no Maracanã, pela 12ª rodada do campeonato. Com a expectativa de receber mais de 65 mil cruzmaltinos, o Gigante da Colina também lida com um problema de bastidores, já que reclama de falta de isonomia como justificativa para cobrar a devolução de parte do aluguel do estádio.
Isso porque, segundo o GE, o Vasco quitou, nesta quinta (9), o valor de R$250 mil, além da taxa de R$130 mil por ressarcimentos de custos, como água e energia, junto à concessionária do Maracanã. Anexado ao comprovante de pagamento, a diretoria cruzmaltina também enviou um novo ofício pedindo esclarecimentos. Vale lembrar que o incômodo foi causado pelo aumento de quase 200% do aluguel do estádio ao Gigante da Colina, quando comparado a Flamengo e Fluminense.
A proposta feita pelos rivais ao Estado do Rio em 2019,e o termo de permissão de uso do Maracanã assinado pelo então governador Wilson Witzel, determina “equidade de tratamento entre os clubes com uma condição comercial justa, significativamente melhor que a oferecida aos clubes”, e, apesar de Vasco e Botafogo não terem assinado, ambos tiveram a “preocupação em manter conversas com os clubes durante o processo”.
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O documento também consta o valor de R$90 mil pelo aluguel do estádio, além das despesas de consumo de água, luz e gás, bem como demais despesas operacionais. Aliás, a última vez que o Gigante da Colina utilizou o Maracanã, no dia 16 de março, contra o Flamengo, pelo Carioca, o valor pago à concessionária foi de R$90 mil, e não os R$250 mil pagos para a partida contra o Cruzeiro. O Vasco também pretende pedir prestação de contas sobre os R$130 mil pagos.
