Jorginho tem a estreia prevista para acontecer na tarde do próximo domingo (11), às 16h (horário de Brasília), quando o Vasco da Gama visita o Grêmio em jogo válido pela 29ª rodada do Brasileirão Série B, fora de casa. O Cruz-Maltino vem de revés para o Brusque e tenta se distanciar do Londrina, em 5º lugar com uma diferença de quatro pontos.
Os antecessores do tetracampeão em 1994 – Emílio Faro, Maurício Souza e Zé Ricardo – tinham Nenê com condição de “intocável” no elenco. A chegada de Alex Teixeira fez o camisa 10 ter o destaque mais dividido, o que facilita as coisas. Ambos podem jogar juntos, mas na maneira que o comandante entende ser a melhor.
“O Nenê tem quarenta e um anos. Eu já falei pra ele que se for preciso sair, eu vou tirar. O Vasco está acima dos jogadores. Não só ele, mas qualquer um. Mas é um grande jogador e muito importante”, disse Jorginho para explicar como enxerga o veterano. O treinador vai além e explica também como enxerga a função de Alex.
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Para o professor, o Cria da Colina não é um 9 fixo: “O Alex, para mim, é ponta. Hoje, um atleta precisa de versatilidade, se movimentar. Se ele está como ponta, se tenho Edimar fazendo uma ultrapassagem, em algum momento ele tem que voltar, tem que cobrir o Edimar. Claro que normalmente vai ser o volante do lado. É importante que a gente entenda que o Alex é um ponta, não é um centroavante”, completou.
A tendência é que o esquema do CRVG seja formatado para que os laterais tenham liberdade para atacar as linhas, com proteção nas costas. Além disso, com N10 sendo um porta-voz das ideias do comandante em campo, mas sem ser insubstituível, alterações antes não testadas passarão a acontecer.
