O Botafogo oficializou uma decisão simbólica dentro do elenco ao definir o novo dono da camisa 7. Portanto, após o empréstimo de Artur ao São Paulo, o número mais emblemático do clube passou a ser utilizado pelo atacante Júnior Santos.

Além disso, a escolha não acontece por acaso. A camisa 7 carrega um enorme peso histórico no clube, tendo sido vestida por nomes marcantes como Garrincha, Jairzinho, Túlio Maravilha e Luiz Henrique. Dessa forma, o novo dono passa automaticamente a assumir também uma responsabilidade maior dentro do grupo.

Contudo, o fator decisivo para a mudança está diretamente ligado ao desempenho recente do jogador. Júnior Santos, que foi peça fundamental na conquista da Libertadores de 2024, inclusive marcando o gol do título, agora assume o protagonismo definitivo ao vestir o número mais simbólico do elenco alvinegro.

Histórico do jogador com outras numerações no Botafogo

Anteriormente, o atacante havia sido apresentado nesta nova passagem vestindo a camisa 17. No entanto, ele já utilizou outros números ao longo de sua trajetória no clube, como a 37 e também a 11. Assim, a transição para a 7 representa um novo patamar dentro da equipe.

Por outro lado, o retorno de Júnior Santos ao Botafogo ocorre após uma passagem abaixo das expectativas pelo Atlético Mineiro. O clube mineiro havia investido cerca de R$ 48 milhões na contratação do atacante no início de 2025, mas o rendimento não correspondeu ao esperado.

Dessa maneira, o empréstimo até o fim da temporada surge como uma oportunidade de recomeço. Apelidado de “jacaré” ou “raio” pela torcida, o jogador tenta retomar o alto nível apresentado anteriormente, quando brilhou no cenário continental.

Opinião: escolha é coerente e aumenta responsabilidade

Por fim, a decisão do Botafogo parece coerente com o momento do atleta. Nesse sentido, ao entregar a camisa 7 para Júnior Santos, o clube não apenas reconhece seu passado recente, mas também deposita confiança em sua capacidade de liderar o time. Contudo, o peso da história exige regularidade, e o atacante precisará corresponder dentro de campo para justificar a escolha.