Alexander Barboza não entrou em campo na derrota do Botafogo para o Remo e acompanhou tudo de um camarote. A decisão da comissão técnica chamou atenção e levantou questionamentos entre torcedores, sobretudo pelo momento vivido pelo clube.

Contudo, a ausência tem explicação direta nos bastidores. O zagueiro negocia com o Palmeiras e o Botafogo passou a controlar cuidadosamente sua utilização, visando proteger o ativo e não comprometer uma possível transferência.

Dessa forma, o clube já definiu uma estratégia clara no Brasileirão. Como Barboza soma 10 partidas, ele só pode atuar mais duas vezes antes de atingir o limite permitido para defender outro time da Série A na mesma edição.

O Botafogo faz certo em limitar os jogos de Barboza?

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Sim, estratégia inteligente
Não, deveria jogar sempre
Melhor vender log

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Próximos jogos de Barboza no Botafogo

Além disso, a comissão técnica liderada por Franclim Carvalho analisa quais serão os dois confrontos ideais para utilizar o defensor. Jogos contra Atlético-MG, Corinthians, São Paulo e Bahia aparecem no radar como possíveis escolhas.

Enquanto isso, o Palmeiras já indicou que aceita investir cerca de R$ 20 milhões pela contratação antecipada. Apesar do alinhamento entre os clubes, ainda não houve proposta oficial, pois o time paulista negocia diretamente com os representantes do jogador.

Por outro lado, Barboza segue liberado para atuar em outras competições. Na Copa do Brasil e na Sul-Americana, sua participação não interfere na negociação, o que mantém o defensor como opção importante em partidas decisivas.

Franclim comenta situação de Barboza

Após a derrota para o Remo, Franclim Carvalho confirmou que pretende utilizar o zagueiro no próximo compromisso e destacou o diálogo aberto com o atleta: “O Barboza é um homem e tem que ser tratado como tal, olho no olho. Tivemos uma conversa com o Barboza ontem. Todos sabemos que há uma possibilidade (de sair). Hoje, treinou com os não relacionados. Depois de amanhã treinará normal e, na quarta-feira, conto com o Barboza, obviamente.

Por fim, o Glorioso entende que a venda pode ser a melhor solução. Com contrato até o fim do ano e exigências feitas pelo estafe do jogador, o clube vê na negociação uma oportunidade de evitar prejuízo e garantir retorno financeiro enquanto ainda tem controle sobre a situação.