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F. Conceição puxa fila e treinadores revelam “jeitinho brasileiro” de clubes para ‘driblar’ regra da CBF

Comandantes foram procurados pelo GE e revelaram as situações envolvendo as saídas de seus antigos clubes

Imagem do autor da matéria João Costa

Escrita por: João Costa


Nesta temporada, as equipes da Série A e Série B do Campeonato Brasileiro passaram a contar com uma novidade.  A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) determinou uma regra para impedir que acontecessem muitas trocas de treinadores durante a temporada.  A regra consiste em um clube não poder demitir dois treinadores durante o Brasileirão, caso isso aconteça, ele teria de usar um profissional que já estaria no elenco.

 

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Foto: Alessandra Torres/AGIF - Felipe Conceição ex-treinador do Cruzeiro

Foto: Alessandra Torres/AGIF - Felipe Conceição ex-treinador do Cruzeiro

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Apesar da ideia ser interessante para proteger os profissionais, o famoso “jeitinho brasileiro” entrou em cena e os clubes brasileiros têm conseguido driblar essa regra. Alguns comandantes revelaram que, na verdade, as equipes têm usado da famosa "decisão em comum acordo” para mascarar demissões dos profissionais, já que se há um acerto entre as partes, não é contabilizada a demissão na regra da CBF.

 

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Em 27/10/2021 - 22:11:41 por Guilherme Ramos

O GE procurou e ouviu alguns profissionais sobre essa situação, entre eles, o caso mais famoso foi o de Felipe Conceição, que passou por isso no Cruzeiro. “Isso vai ser resolvido na Justiça. Faz parte do futebol. Já me posicionei quanto a isso. O que eu torço é para que o futebol seja cada vez melhor, com equipes mais fortes, com manutenção de equipes, de treinadores, que a gente também consiga olhar e manter um trabalho a médio e longo prazo. O ajuste necessário (na regra) é não ter essa brecha para o comum acordo. Qualquer troca, independentemente de acordo financeiro, se é demissão ou se é por justa causa, deveria contar. Tanto para o clube como para o treinador”.

 

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Foto: Volmer Perez/AGIF - Ney Franco ex-treinador do CSA

Foto: Volmer Perez/AGIF - Ney Franco ex-treinador do CSA

“Na realidade, eu fui pego de surpresa. A demissão foi uma decisão do clube. Quando o diretor de futebol veio conversar comigo, ele me fez essa ponderação, a questão do comum acordo, porque o clube não poderia contratar outro treinador. No meu caso, eu não queria prejudicar o CSA. Então, assinei o termo de comum acordo, mais para beneficiar o clube e para que não tivesse nenhum tipo de desgaste com eles”, revelou Ney Franco, sobre sua saída do CSA, de Alagoas, em entrevista para o GE.

 

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Outro a passar pela mesma situação de Ney Franco foi Rodrigo Chagas, ex-técnico do Vitória. “Eles acharam uma brecha para esse acordo. O Vitória não me tirou do BID (como treinador) e nem como funcionário do clube porque sabia que poderia precisar de mim. O presidente foi sabido. 'Se eu precisar de mais um treinador, tenho Rodrigo aqui. Eu não perco essa troca'. Pensaram assim. Aí entrou o amor que eu tenho pelo clube. Eu não podia ver o Vitória naquela situação. Eu não queria fazer o acordo. Se eu tivesse em qualquer outro clube, talvez não tivesse feito, mas como foi no Vitória, o clube que me colocou como atleta para o Brasil e para o mundo, que me deu oportunidade para ser treinador profissional, eu fiz”, declarou ao GE.

 

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